
A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que nada foi apreendido após operação de busca e apreensão na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária, em Brasília.
A medida havia sido determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), em razão de supostas divergências no arsenal.
A ação teve início por volta das 7h e teve como foco a localização de armas, munições e acessórios sob a posse de Bolsonaro.
Na última segunda-feira (6), a defesa do ex-presidente e o Exército haviam entregado parte do armamento registrado em seu nome após ordens do STF. Entretanto, o ministro Alexandre de Moraes apontou incompatibilidades entre as armas formalmente registradas e as efetivamente entregues, o que motivou a nova ordem de busca.
Entre os itens sob questionamento, constavam uma pistola Glock 9mm e uma espingarda calibre 12.
Segundo os advogados de Bolsonaro, as informações sobre o paradeiro desses itens já haviam sido prestadas ao Judiciário: a espingarda foi um presente adquirido, mas nunca retirado de uma loja no Rio Grande do Sul, enquanto a pistola estaria retida com a Polícia Civil após ser apreendida em uma blitz.
Com informações de R7


