
O resort Tayayá, empreendimento que teve participação do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, mantém uma dívida com o Bradesco cujo pagamento vem sendo renegociado desde 2016.
O empréstimo original foi de R$ 20 milhões, com prazo inicial de três anos para quitação. No entanto, registros em cartório indicam que a dívida foi renegociada pelo menos cinco vezes, com prazos ampliados, isenção de multas e juros abaixo da taxa básica de mercado.
A última renegociação, registrada em outubro de 2024, estabeleceu que o saldo restante de R$ 7,1 milhões (cerca de R$ 8,1 milhões com juros) deverá ser pago até julho de 2026.
O Bradesco informou que não comenta o caso por envolver sigilo bancário. Já Toffoli afirmou, por meio de sua assessoria no STF, que não participou do empréstimo nem das renegociações.
Segundo o ministro, embora não fosse obrigatório, ele teria se declarado impedido de julgar processos envolvendo o banco. A reportagem, no entanto, identificou decisões do magistrado em casos do Bradesco após 2018.
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