O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) suspendeu o aumento salarial de prefeito, vice e secretários de Nova Cruz para o mandato 2025-2028. A medida cautelar foi aplicada porque a Lei Municipal nº 1.463/2024 foi publicada em 9 de julho de 2024, violando o prazo da Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe aumentos de despesa com pessoal nos 180 dias finais de mandato.
O gestor deve interromper pagamentos com o reajuste imediatamente. O caso, que também investigará subsídios de vereadores, segue em análise para definir se haverá obrigação de ressarcimento aos cofres públicos.
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O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, está em processo de recuperação após passar por uma cirurgia oftalmológica realizada nos últimos dias. Segundo informações, o procedimento ocorreu com sucesso e o quadro de saúde é considerado estável.
Há cerca de uma semana, Álvaro havia anunciado a suspensão temporária de sua agenda pública e das atividades de pré-campanha para a realização de um check-up médico, que acabou incluindo a intervenção cirúrgica no olho.
A expectativa é de que, já recuperado, ele retome as articulações políticas a partir do dia 1º de maio, data simbólica do Dia do Trabalhador. A retomada deve marcar o reinício de uma agenda mais intensa, com foco no diálogo com lideranças e na ampliação de apoios no interior do estado.
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A família Queiroz segue dando as cartas na política de Jucurutu — ainda que cada membro jogue em um campo diferente. A divisão de apoios já está posta, mas o objetivo parece ser o mesmo: manter influência e espaço no cenário político.
De um lado, o prefeito Iogo Queiroz e o ex-prefeito Júnior Queiroz caminham juntos no apoio à candidatura de Nina Souza para deputada federal. Já o deputado estadual Nelter Queiroz segue por outro rumo, declarando apoio ao deputado federal João Maia.
Na disputa pelo Governo do Estado, o racha também é evidente. Iogo e Júnior estão alinhados com Cadu Xavier, enquanto Nelter Queiroz apoia o projeto de Allyson Bezerra.
Apesar da divisão, o movimento revela uma estratégia já conhecida na política: ocupar espaços em diferentes frentes para garantir influência, independentemente do resultado das urnas. Em Jucurutu, a família se divide — mas o poder continua concentrado.
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A repercussão sobre atrasos no pagamento de cachês a artistas por prefeituras do Rio Grande do Norte ganhou novos desdobramentos e passou a atingir municípios do interior, como Martins e Apodi.
O debate teve início após artistas relatarem publicamente dificuldades para receber valores de apresentações, inicialmente apontando pendências em Natal. A partir daí, o tema ganhou força e passou a envolver outras cidades.
Segundo informações que circulam nos bastidores, Martins e Apodi também estariam entre os municípios com débitos junto a artistas, mesmo sendo conhecidos por promover eventos que atraem grande público e movimentam a economia local.
A situação reacende discussões sobre a relação entre artistas e o poder público, especialmente no que diz respeito ao cumprimento de contratos e prazos de pagamento. Produtores e profissionais do setor relatam que os atrasos são recorrentes e acabam impactando diretamente a realização de eventos e a sustentabilidade da cadeia cultural.
As denúncias intensificaram cobranças por maior transparência na gestão dos contratos culturais e pelo cumprimento das obrigações financeiras por parte das prefeituras.
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Recentemente, a cantora Tati Girl utilizou as redes sociais para cobrar pagamentos de apresentações realizadas ainda durante o São João do ano passado. A situação, no entanto, está longe de ser um caso isolado ou exclusivo do Rio Grande do Norte.
O atraso no pagamento de cachês é uma realidade recorrente em diversas partes do Brasil, envolvendo artistas de diferentes segmentos e também agências que intermediam esses contratos. Prefeituras, muitas vezes, acumulam pendências financeiras decorrentes de eventos como Réveillon, festas de padroeiros, São João, além de grandes festividades culturais e até rodeios espalhados pelo país.
É preciso entender que esse tipo de situação faz parte do próprio funcionamento do mercado artístico. O artista é contratado para a apresentação, mas isso não implica, necessariamente, no recebimento imediato do cachê. Trata-se de uma negociação entre escritórios, agências, artistas e entes públicos, com prazos e condições previamente ajustados.
Casos como o do cantor Beto Barbosa (foto acima), que também veio a público cobrar pagamentos, seguem a mesma lógica observada em outros estados e municípios. Ou seja, não se trata de uma exceção, mas de uma prática que se repete com frequência no cenário nacional.
Diante disso, a exposição pública dessas cobranças, embora chame atenção, não configura algo fora do comum nem necessariamente compromete a imagem de gestores públicos. Para muitos, esse tipo de manifestação não passa de um melodrama em torno de uma prática já conhecida e, em grande parte dos casos, previamente acordada entre as partes envolvidas.
VEJA NO VÍDEO ABAIXO A COBRANÇA FEITA PELA CANTORA TATY GIRL EM SUAS REDES SOCIAIS:
Esse tipo de cobrança também alcança outras áreas culturais. No Rio Grande do Norte, o artista plástico Túlio Rato chegou a fazer cobrança pública ao então prefeito de Mossoró e hoje pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, relacionada ao pagamento por serviços e aquisição de obras, como telas do artista.
VEJA:
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Uma “conta” política que vem sendo feita a boca miúda, de Brasília ao Rio Grande do Norte, desenha um cenário que, para alguns articuladores, parece simples — ao menos no papel.
Pelas especulações, o empresário Flávio Rocha surgiria como candidato ao Senado ocupando a segunda vaga na chapa encabeçada por Álvaro Dias ao Governo do Estado. Ao seu lado, já estaria o senador Styvson Valentim como o outro nome na disputa.
Nesse desenho, o Coronel Hélio entraria como suplente de Flávio Rocha, compondo a engrenagem política da chapa. A lógica, segundo interlocutores, seria acomodar todos os atores relevantes dentro de um mesmo projeto.
A “matemática” vai além do cenário estadual. Em caso de uma eventual vitória nacional de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial, Flávio Rocha — empresário de projeção nacional — poderia ser alçado a uma função ministerial. Com isso, abriria espaço para que o suplente assumisse o mandato no Senado.
O resultado dessa equação, segundo os bastidores, seria a formação de uma chapa considerada “forte”, capaz de alinhar interesses locais e nacionais, garantindo espaço político para diferentes lideranças.
Tudo, no entanto, segue no campo das conjecturas. A política, como se sabe, nem sempre respeita a lógica da matemática — mas, nos bastidores, essa conta já está sendo feita.
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O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) manteve, por unanimidade, a condenação do ex-candidato a deputado federal Abraão Lincoln Ferreira da Cruz por prática de caixa 2 nas eleições de 2014. Ele é aliado e apoiador de Alysson Bezerra que é candidato ao governo do estado.
COMO FOI:
Segundo a decisão, foram movimentados R$ 823.719,88 fora da contabilidade oficial da campanha, utilizando a conta bancária de uma terceira pessoa — a recepcionista Izabel Cristina Barbosa Montenegro, ligada à Confederação Nacional de Pescadores e Aquicultores (CNPA), entidade presidida por Abraão à época.
De acordo com o relator, juiz Eduardo Pinheiro, a conta funcionava como uma “conta de passagem”, usada para entrada e saída de recursos sem registro oficial. Os extratos apontam movimentações incompatíveis com a renda da titular, que era de R$ 39.580,94 por ano, incluindo transferências de até R$ 86 mil e depósitos de R$ 49.900.
A Justiça identificou ainda pagamentos a fornecedores de campanha não declarados, incluindo despesas com gráficas e combustíveis após o primeiro turno.
Com a decisão, foi mantida a pena de 2 anos e 4 meses de reclusão, além de 15 dias-multa. A defesa alegou nulidades no processo, mas os argumentos foram rejeitados. O caso ainda pode ser levado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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O atirador Cole Tomas Allen, 31 anos, da Califórnia, não invadiu o hotel de fora. Estava hospedado no próprio Washington Hilton, no mesmo local onde ocorria o jantar dos correspondentes com Trump, Melania, JD Vance, Marco Rubio e Pete Hegseth.
Entrou com uma espingarda, uma pistola e várias facas sem ser detectado pela segurança. Avançou contra agentes do Serviço Secreto no corredor externo ao salão e foi neutralizado numa troca de tiros. Um agente foi baleado e está sob cuidados médicos.
Líderes do mundo inteiro, de todos os espectros políticos, condenaram o ataque.
Trump saiu ileso, postou nas redes elogiando as forças de segurança e disse que o atirador agiu sozinho como um lobo solitário.
A pergunta que Washington não quer responder é simples: como um homem armado até os dentes se hospedou no mesmo hotel do presidente dos Estados Unidos sem que ninguém percebesse?
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