Delegados da Polícia Federal relataram ao ministro André Mendonça que se sentiam pressionados e temiam virar alvo do inquérito das fake news caso produzissem um relatório sobre Alexandre de Moraes. A conversa ocorreu por videochamada em 7 de março de 2026.
De acordo com relatos obtidos pelo UOL, o chefe da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da PF, Dennis Cali, havia orientado a equipe a não produzir relatórios sobre Moraes sem autorização judicial. Ele também teria determinado a exclusão de qualquer material que estivesse sendo preparado.
No dia seguinte à conversa com Mendonça, os investigadores enviaram ao gabinete do ministro um HD criptografado e lacrado com a cópia dos dados do celular de Daniel Vorcaro. Uma parte dos envolvidos diz que o envio foi espontâneo, mas integrantes da cúpula da PF e um delegado afirmam que houve solicitação do gabinete.
Mendonça declarou que nunca acessou o conteúdo, que permanece lacrado. O ministro pediu a Edson Fachin que ouça os delegados para esclarecer as circunstâncias da entrega e os possíveis constrangimentos sofridos durante a investigação.
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!
O deputado estadual e candidato à reeleição Luiz Eduardo (PL) foi às redes sociais para se manifestar após a Operação Sem Lastro, da Polícia Federal, que apreendeu cerca de R$ 1,5 milhão em espécie. A investigação, autorizada pela Justiça Eleitoral, apura indícios de falsidade ideológica eleitoral e possível utilização de recursos não declarados em campanha.
Um dado chama atenção pela proximidade dos valores: no registro de sua candidatura, Luiz Eduardo declarou à Justiça Eleitoral patrimônio total de R$ 1.343.782,02.
VÍDEO:
Em sua manifestação, o parlamentar afirmou que o dinheiro apreendido tem origem lícita e corresponde a recursos retirados de contas de sua própria titularidade. Segundo sua defesa, os valores estavam guardados e não foram utilizados para finalidade eleitoral.
No vídeo publicado nas redes sociais, Luiz Eduardo também se apresentou como “mão limpa” e pediu votos aos eleitores. A apreensão e a diferença entre o dinheiro encontrado e o patrimônio declarado são fatos que integram o contexto da investigação, mas, isoladamente, não comprovam irregularidade; a apuração segue sob responsabilidade da Polícia Federal e da Justiça Eleitoral.
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!
O deputado federal João Maia aparece mais uma vez entre os nomes citados na pesquisa espontânea para a Câmara dos Deputados divulgada pelo Instituto Metadata..
A pesquisa ouviu 1.536 eleitores em 63 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 10 e 12 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-02543/2026 e BR-03830/2026.
O resultado coloca João Maia entre os nomes lembrados espontaneamente pelo eleitorado potiguar na disputa pelas vagas de deputado federal. A pesquisa espontânea, contudo, registra intenção de voto e não constitui uma projeção de quais candidatos serão eleitos.
GRÁFICO:
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!
O senador e candidato à reeleição Styvenson Valentim (Podemos) chamou de “bandido”, “safado”, “ladrão” e “vagabundo” o responsável pelos mais de R$ 1,5 milhão em espécie apreendidos pela Polícia Federal nesta segunda-feira (14), antes de saber quem era o alvo da operação.
Horas depois, a defesa do deputado estadual e candidato à reeleição Luiz Eduardo Bento da Silva (PL) reconheceu que os valores sacados de contas do parlamentar estavam guardados na residência dele.
Styvenson publicou um vídeo nas redes sociais quando a Polícia Federal ainda não havia divulgado a identidade dos alvos da Operação Sem Lastro. Ao comentar as imagens do dinheiro apreendido, o senador afirmou, sem apresentar provas, que a quantia seria destinada a caixa dois e compra de votos. As hipóteses, no entanto, ainda são investigadas e não foram confirmadas pela PF.
No vídeo, Styvenson pediu que seus seguidores compartilhassem as imagens e cobrou da Polícia Federal a identificação do responsável pelo dinheiro. O episódio ganhou novo contorno após a defesa de Luiz Eduardo confirmar que os valores estavam na casa do deputado, que é aliado político do senador e declarou apoio à sua reeleição.
Styvenson atacou responsável antes de saber identidade
Ao comentar a apreensão, Styvenson questionou a origem e a finalidade do dinheiro e afirmou que a quantia poderia estar relacionada ao financiamento irregular de campanha. “Quem será, hein? Para quem foi esse saque de um milhão e meio que a Polícia Federal pegou hoje pela manhã, hein? Um milhão e meio para caixa dois, viu?”, declarou.
O senador também levantou a possibilidade de compra de votos. “Para quem era esse dinheiro? Se ia comprar voto de quem?”, questionou. Em outro momento, afirmou que o responsável pretendia interferir no resultado eleitoral.
Sem conhecer a identidade do investigado, Styvenson chamou o responsável pelos valores de “safado”, “bandido”, “ladrão” e “vagabundo”. O senador ainda pediu que a PF analisasse o celular apreendido durante a operação para identificar possíveis mensagens relacionadas ao dinheiro.
“Espalha o vídeo que eu estou doido para saber de quem foi esse safado aí, esse bandido que está comprando voto”, afirmou.
Defesa de Luiz Eduardo confirma dinheiro na residência
Horas depois da publicação do senador, a defesa de Luiz Eduardo reconheceu que os valores sacados estavam guardados na residência do deputado. Segundo a nota, o dinheiro saiu de contas bancárias do próprio parlamentar e a movimentação teria sido “lícita, declarada e de origem plenamente comprovada”.
A defesa também negou que os recursos fossem destinados a caixa dois ou despesas eleitorais. Segundo os advogados, o dinheiro não havia sido utilizado e documentos sobre a origem dos valores serão apresentados às autoridades responsáveis pela investigação.
A manifestação, porém, não esclareceu por que a quantia foi retirada das contas bancárias, quanto tempo permaneceu guardada em espécie ou qual seria a destinação dos recursos.
A confirmação colocou o episódio em uma situação politicamente delicada para Styvenson, já que Luiz Eduardo é seu aliado na disputa eleitoral deste ano. O deputado declarou apoio à reeleição do senador e os dois já participaram de agendas políticas conjuntas.
Aliado de Styvenson esteve no gabinete do senador
A relação política entre os dois também foi explorada pela candidata ao Senado Samanda de Lula (PT), que cobrou uma posição de Styvenson após a confirmação de que os valores estavam na residência de Luiz Eduardo.
A petista questionou se o senador manteria as mesmas acusações feitas antes de conhecer a identidade do responsável pelo dinheiro.
“Vai chamar o seu aliado deputado de ladrão?”, questionou Samanda em vídeo publicado nas redes sociais.
A candidata também afirmou que Styvenson teria destinado mais de R$ 4 milhões ao deputado e perguntou se o senador pediria os recursos de volta. O valor citado por Samanda não foi apresentado com detalhamento sobre todos os repasses, beneficiários ou datas.
Há, entretanto, registro de uma reunião realizada em abril deste ano no gabinete de Styvenson, em Brasília. Na ocasião, Luiz Eduardo esteve com o senador para solicitar R$ 3 milhões destinados a obras de infraestrutura urbana na Zona Norte de Natal.
O encontro, por si só, não comprova a composição integral dos mais de R$ 4 milhões mencionados por Samanda.
A Operação Sem Lastro cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Natal por determinação da Justiça Eleitoral. Além do dinheiro em espécie, os agentes apreenderam celulares, documentos e equipamentos eletrônicos.
Segundo a Polícia Federal, a investigação apura indícios de falsidade ideológica eleitoral e possível utilização de recursos financeiros não declarados em atividades de campanha.
O comunicado oficial da PF não identificou Luiz Eduardo como alvo da operação, não informou quanto foi apreendido em cada endereço e também não afirmou que todo o montante de mais de R$ 1,5 milhão estava na residência do deputado.
A relação do parlamentar com os valores foi reconhecida pela própria defesa, que confirmou os saques e a manutenção do dinheiro em espécie no imóvel.
Até o momento, não há indiciamento, denúncia do Ministério Público ou decisão judicial que reconheça a prática de caixa dois ou compra de votos por Luiz Eduardo.
Styvenson ainda não se manifestou após confirmação
Após a defesa do deputado reconhecer que os valores estavam guardados na residência de Luiz Eduardo, Styvenson ainda não havia informado se mantém as acusações de caixa dois e compra de votos feitas antes de conhecer a identidade do responsável pelo dinheiro.
O caso também passou a ser explorado por adversários políticos durante a campanha eleitoral. A investigação da Polícia Federal continua, e a origem, a finalidade e a eventual relação dos recursos com atividades eleitorais ainda deverão ser esclarecidas pelas autoridades.
BNews Natal
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!
Dr. Bernardo Amorim e Kaline Amorim aparecem novamente em destaque no cenário das eleições proporcionais do Rio Grande do Norte. Na pesquisa Metadata divulgada nesta segunda-feira (14), Dr. Bernardo figura entre os nomes citados para deputado federal, enquanto Kaline de Dr. Bernardo aparece na disputa para deputada estadual.
O levantamento ouviu 1.536 eleitores. A pesquisa Metadata consta como registrada em 8 de setembro e foi realizada por iniciativa do próprio instituto.
Os números reforçam a presença da dobradinha formada por Dr. Bernardo, candidato a deputado federal, e Kaline Amorim, candidata a deputada estadual. Os dois já haviam aparecido também na pesquisa Seta divulgada anteriormente.
DEPUTADO FEDERAL:
DEPUTADO ESTADUAL
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!
O deputado estadual e candidato à reeleição Luiz Eduardo (PL), alvo de uma operação da Polícia Federal nesta segunda-feira que resultou na apreensão de R$ 1,5 milhão, declarou R$ 1.343.782,02 em bens à Justiça Eleitoral.
De acordo com a declaração do próprio candidato, ele possui:
Depósito bancário em conta corrente no País BANCO DO BRASIL – AG. 1533, CONTA 161066-X R$ 21.762,70
Depósito bancário em conta corrente no País BANCO DO BRASIL – AG. 1533, C/C 77123-6 R$ 44,80
Apartamento – APTO 1102, TORRE II – COND. ESTRELA DO NATAL, NATAL/RN R$ 250.000,00
Consórcio não contemplado – BB CONSORCIO DE AUTOMOVEIS (CNPJ 06.043.050/0001-32) R$ 102.023,01
Apartamento – APARTAMENTO NO PORTO SALINA, NATAL/RN R$ 250.000,00
VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre BRASILPREV VGBL (CNPJ 27.665.207/0001-31) R$ 719.951,51
O valor apreendido pela Polícia Federal na casa do deputado supera em R$ 156.217,98 o valor de bens declarados.
Outro dado é que, até o momento, o deputado apresentou como receitas de campanha o total de R$ 389.500,00. Esse valor é resultado dos seguintes repasses:
Direção Nacional – PL R$ 350.000,00 EMILSON MEDEIROS DOS SANTOS – R$ 15.000,00
HIPOLITO BARRETO CAVALCANTE FILHO – R$ 8.000,00
GREYCE KELLY BARBOSA CIRIACO SILVA – R$ 5.000,00
MARIA DO SOCORRO DE LIMA – R$ 5.000,00
PAULO EDUARDO SOBRAL FREIRE SOBRINHO – R$ 5.000,00
JADSON VIANA BARBOSA – R$ 900,00
MARIA DA CONCEICAO SOARES – R$ 600,00
Há ainda um outro detalhe diante do valor de R$ 1,5 milHão encontrado pela PF: o máximo que um candidato a deputado estadual pode gastar nas eleições de 2026 é R$ 1.270.629,01. .
Isso não significa que ele cometeu algum crime. As suspeitas estão sendo investigadas pela Polícia Federal.
Em nota, Luiz Eduardo afirmou que a “investigação tem por base saques realizados em contas bancárias do próprio deputado. Movimentação lícita, declarada e de origem plenamente comprovada, cuja documentação será apresentada às autoridades competentes”.
E que “os valores sacados permaneciam guardados em sua residência e não foram gastos, circunstâncias que por si só afastam qualquer finalidade eleitoral. Não há caixa dois sem recurso arrecadado à margem da prestação de contas ou aplicação de despesas de campanha. Em nenhuma dessas hipóteses ocorreu gasto de dinheiro”.
Por fim, Luiz eduardo declarou que “respeita a Justiça Eleitoral e a Polícia Federal, colabora integralmente com as investigações e confia que ao final estará demonstrada a inexistência de qualquer ilícito, seja na origem, seja na destinação dos recursos natal.”
Novo Notícias
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!
A pesquisa Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (14), mostra o deputado estadual Nelter Queiroz (PP) na liderança das intenções de voto espontâneas para deputado estadual no Rio Grande do Norte, com 2.01 % das citações.
Na pesquisa espontânea, os entrevistados não recebem uma lista prévia de candidatos e indicam livremente em quem pretendem votar.
Em segundo lugar aparece Dr. Gustavo Soares (PSDB), com 1,90%, seguido por Cinthia de Allyson (União), com 1,67%. Cristiane Dantas (PSDB) com 1.51% e Tomba Farias (PL) 1.46%.
Os votos Branco/ Nulo/ Nenhum somam 12,5%. Já 51,6% dos entrevistados Não sabe/Não respondeu.
Metodologia
A pesquisa Metadata/Grupo Dial ouviu 1.536 eleitores em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com entrevistas realizadas entre os dias 10 e 12 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A distribuição das entrevistas contempla municípios de diferentes portes e regiões do estado.
O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-02543/2026 e BR-03830/2026, referente às disputas no Rio Grande do Norte.
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!
A pesquisa Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (14), mostra Benes Leocádio (União) na liderança das citações espontâneas para deputado federal no Rio Grande do Norte, com 2,94% das intenções de voto.
Nina (PL) aparece em segundo lugar, com 2,42%. Em terceiro está Natália Bonavides (PT), com 2,37%, seguida por Thabatta Pimenta (PV), com 2,36% das intenções de voto.
Na pesquisa espontânea, os entrevistados não recebem uma lista prévia de candidatos e respondem livremente em quem pretendem votar.
Cabo Deyvson (PL), aparece com 2.15% Sargento Gonçalves (PL), com 1.94%.
Branco/Nulo/Nenhum somam 13.6, já Não Sabe/ Não respondeu representa 53.7% dos entrevistados.
Metodologia
A pesquisa Metadata/Grupo Dial ouviu 1.536 eleitores em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com entrevistas realizadas entre os dias 10 e 12 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A distribuição das entrevistas contempla municípios de diferentes portes e regiões do estado.
O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-02543/2026, referente às disputas no Rio Grande do Norte.
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!
Ainda não há comentários neste post. Seja o primeiro a comentar!