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Política

Minuto da Câmara Municipal de Natal

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Opinião

A direita faz o jogo do PT

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A direita brasileira vive sua pior especialidade: autossabotagem. Enquanto o PT avança com organização, disciplina e foco eleitoral, o campo oposicionista insiste em brigar consigo mesmo, repetir erros e agir como se vitória fosse obra do acaso.

No Rio Grande do Norte, o cenário chega a ser engraçado. O que deveria ser construção coletiva virou disputa de vaidade. O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, age como se fosse o centro do tabuleiro, criando atritos, dividindo aliados e dificultando qualquer composição mínima. Em vez de somar, fragmenta. Em vez de unir, desune. O resultado é um campo político esfarelado antes mesmo da largada eleitoral.

No plano nacional, a indicação de Flávio Bolsonaro foi empurrada goela abaixo de parte da direita, sem debate interno, sem articulação e sem preparo estratégico. Uma decisão tomada muito mais por fidelidade automática ao ex-presidente Jair Bolsonaro do que por avaliação real de viabilidade eleitoral. Isso não é estratégia; é impulso.

O PT, por outro lado, faz o que sempre fez: disputa internamente, mas fecha questão quando percebe oportunidade. Enquanto a direita se devora, a esquerda se posiciona, calcula, articula e capitaliza.

A verdade incômoda é que a direita não perde para o PT — perde para si mesma. Falta maturidade política, falta coordenação, falta capacidade de abrir mão de protagonismos pessoais em nome de um projeto comum. Assim, fica fácil para o adversário.

Se continuar desse jeito, o PT nem precisará fazer esforço: a direita fará o serviço sozinha.

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Prefeituras

Prefeito de Ceará-Mirim enfrenta críticas por “calote” e “traição”

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Em Ceará-Mirim, cresce o clima de insatisfação com o início da gestão do prefeito Antônio Henrique. Segundo relatos que chegam ao Blogue do Xerife, o prefeito “tem que se tocar e começar a pagar a quem deve”, já que, como comentam alguns moradores, ele “mal começou a administrar o município e já ganhou fama de caloteiro e mal pagador aos fornecedores”.

Ainda segundo a sua avaliação, a marca de Antônio Henrique também seria a “ferramenta da traição”, após ter dado “um canto de carroceria” no ex-prefeito Júlio César — seu aliado histórico e responsável por lhe abrir caminho para chegar à Prefeitura, e hoje pré-candidato a deputado estadual.

Pelas conversas na cidade, dizem que o prefeito “botou um rei na barriga”, comportamento que tem ampliado o desgaste dentro do próprio grupo político e gerado ruídos na base que o ajudou a vencer a eleição.

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Política

Alysson Bezerra: “o desorientado”

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O prefeito Allyson Bezerra tem atuado para convencer o ex-deputado Kelps Lima a disputar um mandato de deputado federal pelo União Brasil. A articulação é vista como uma tentativa de reforçar a nominata do partido após a saída anunciada da primeira-dama de Natal, Nina Souza, que deve se filiar ao PL.

Nos bastidores, aliados e observadores descrevem Allyson como “desorientado” na reorganização interna do União Brasil, especialmente diante da perda de quadros importantes. Há quem diga que o prefeito “parece mais perdido do que cego em tiroteio” tentando recompor a força da legenda para 2026.

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Notas

Com sua arrogância, Alysson chutou Paulinho

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De longe, a imagem que se tem do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) é de uma pessoa de ego elevado e o “eu” muito forte, absoluto.

De perto, quem convive com ele, atesta uma personalidade dominante, autocentrada e um conceito inflado de sua própria importância.

E quem já partilhou com Allyson o ambiente e/ou parceria política, afirma que o prefeito tem característica de arrogante, com crença de superioridade e falta de humildade, além de manifestar prepotência, autoritarismo e vaidade.

Talvez, e provavelmente, essas características tenham aflorado essa semana, quando Allyson desprezou o apoio do maior eleitor de Natal, o prefeito Paulinho Freire (União Brasil).

Líder nas pesquisas de intenção de votos, o prefeito de Mossoró disse que não precisa de Paulinho para se eleger governador do Rio Grande do Norte. Em outras palavras, não preciso dos votos dos eleitores do prefeito natalense.

Erro grave. Candidato não despreza voto.

Ademais, a arrogância e o autoritarismo são características indesejáveis e prejudiciais no exercício da atividade política.

A prepotência denota superioridade, falta de humildade e a desconsideração da importância alheia, o que bate de frente com a própria essência da política, que envolve diálogo, busca por consensos e representação dos interesses coletivos.

Pois bem.

No dito popular, Allyson chutou Paulinho. E Paulinho, certamente, carregará essa mágoa para uma resposta no tempo devido. Ou perdoará, se tiver um coração puro.

O tempo, próximo, dirá.

defato.com

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