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Kleber Rodrigues reafirma lealdade a Fátima Bezerra após pleito

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Kleber Rodrigues reafirma lealdade a Fátima Bezerra após pleito

O deputado estadual Kleber Rodrigues (PP) reafirmou sua permanência na base política da governadora Fátima Bezerra (PT), mesmo após ter declarado apoio a Allyson Bezerra (União Brasil) na disputa pelo Governo do Estado. A decisão do parlamentar, que foi reeleito para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte com 66.172 votos, busca pacificar interpretações sobre um possível afastamento do grupo governista.

O parlamentar esclareceu que sua escolha eleitoral foi comunicada diretamente à governadora antes da oficialização, seguindo um rito de transparência. Segundo ele, o diálogo constante com Fátima Bezerra e outros membros do PT, como Samanda Alves e Francisco, permanece preservado apesar das divergências pontuais durante a campanha.

“Eu nunca saí da base política de Fátima. Quando tomei uma posição política, a primeira pessoa que procurei para conversar foi Fátima Bezerra. Expliquei a ela os motivos. Eu saí pela porta da frente, nunca pela porta dos fundos”, pontuou o deputado.

Sobre o futuro administrativo do Rio Grande do Norte, Kleber reconheceu democraticamente a vitória de Cadu Xavier (PT). O deputado reforçou que seu posicionamento na Assembleia Legislativa será pautado pelo interesse público, rejeitando a postura de oposição por conveniência ou o cenário do “quanto pior, melhor”.

Embora esteja aberto ao diálogo com o governador eleito, Kleber ressaltou que ainda não houve convites formais para compor a nova base de governo. O parlamentar também classificou como prematuras as discussões sobre a sucessão na presidência da Assembleia Legislativa, defendendo a cautela e a construção de consensos no Legislativo estadual.

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Política

Com Larissa eleita vice-governadora, grupo Rosado começa a ressurgir das cinzas e ganha poder de barganha em Mossoró

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Com Larissa eleita vice-governadora, grupo Rosado começa a ressurgir das cinzas e ganha poder de barganha em Mossoró

Com a eleição de Larissa Rosado (PSB) para a vice-governadoria do Rio Grande do Norte, o tradicional grupo político dos Rosado começa a ressurgir das cinzas em Mossoró. Depois de perder espaço no cenário político municipal, a família volta a ocupar uma posição de destaque e ganha poder de barganha nas articulações para as eleições de 2028.

Larissa, entretanto, prefere não antecipar as discussões sobre a sucessão municipal. A vice-governadora eleita defende que as conversas entre os grupos de oposição ao ex-prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) aconteçam somente depois do início da administração de Cadu Xavier, em janeiro de 2027.

O PT também possui nomes importantes em Mossoró, como as vereadoras Plúvia Oliveira e Marleide Cunha, além da deputada estadual Isolda Dantas. Uma eventual composição entre essas lideranças e o grupo Rosado dependerá das articulações políticas para a próxima disputa municipal.

Do outro lado estará o atual prefeito Marcos Medeiros (Republicanos), aliado de Allyson Bezerra, que deverá disputar a reeleição.

A eleição de Larissa devolve ao grupo Rosado uma posição relevante nas negociações políticas de Mossoró. A família, que já exerceu forte influência na cidade, volta a ter representação no primeiro escalão do Governo do Estado e poderá participar das decisões sobre a formação de alianças para 2028.

Por enquanto, Larissa prefere deixar a sucessão municipal para depois. Mas uma coisa mudou: o grupo Rosado voltou a ter espaço na mesa das negociações.

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Rogério Marinho já se articula para disputar a presidência do Senado

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Rogério Marinho já se articula para disputar a presidência do Senado

O senador potiguar Rogério Marinho (PL) já se movimenta nos bastidores de Brasília em torno de uma possível candidatura à Presidência do Senado Federal. O PL marcou para o próximo dia 4 de novembro uma reunião que deverá definir se lançará oficialmente o nome do parlamentar na disputa.

O atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), também articula sua reeleição. Enquanto isso, partidos de oposição discutem a possibilidade de apresentar uma candidatura única, numa tentativa de evitar a divisão de votos.

A eleição para a Presidência do Senado acontecerá em fevereiro de 2027. Até lá, Rogério Marinho terá pela frente o desafio de construir alianças e buscar apoio entre os senadores, caso seu partido confirme a candidatura.

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Styvenson deverá ficar com Rogério Marinho na disputa pelo Senado, apesar da aproximação com Alcolumbre

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Styvenson deverá ficar com Rogério Marinho na disputa pelo Senado, apesar da aproximação com Alcolumbre

O senador Styvenson Valentim deverá ficar com o senador Rogério Marinho (PL-RN), caso seja confirmada sua candidatura à Presidência do Senado Federal. Apesar da boa relação que mantém com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), a avaliação política é de que Styvenson poderá considerar Rogério a melhor opção para os interesses do Rio Grande do Norte.

A situação, entretanto, não é tão simples. O Podemos, partido de Styvenson, sinalizou apoio à reeleição de Alcolumbre, com quem o senador potiguar mantém proximidade política e uma relação considerada importante para a liberação de emendas parlamentares destinadas ao Estado.

Caso Rogério Marinho entre oficialmente na disputa, Styvenson poderá enfrentar uma saia justa entre acompanhar a orientação nacional do Podemos ou prestigiar um colega da bancada potiguar.

A questão é saber como Styvenson administrará essa equação política. De um lado, a relação construída com Alcolumbre. Do outro, a possibilidade de apoiar Rogério Marinho, seu conterrâneo, numa disputa pelo comando de uma das instituições mais importantes do país.

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Eleições

Allyson Bezerra corre para Brasília para explicar o fracasso nas urnas

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Allyson Bezerra corre para Brasília para explicar o fracasso nas urnas

O ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), correu para Brasília na última quarta-feira (28) para conversar com dirigentes partidários e explicar o fracasso de sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, após a derrota para Cadu Xavier (PT) no segundo turno das eleições.

Apesar de ter ultrapassado a marca de 1 milhão de votos, Allyson não conseguiu transformar sua votação em vitória. A viagem à capital federal ocorre em meio às avaliações internas sobre o resultado eleitoral e às discussões sobre os próximos passos de sua trajetória política.

Entre seus aliados, a avaliação é de que a campanha foi exitosa pelo volume de votos conquistados. Entretanto, o resultado das urnas frustrou o projeto de chegar ao Governo do Estado, especialmente depois de Allyson ter deixado a Prefeitura de Mossoró para disputar a eleição.

Agora, o ex-prefeito tenta reorganizar seu espaço político e discutir seu futuro com as lideranças nacionais do partido. Afinal, uma coisa é comemorar mais de 1 milhão de votos. Outra, bem diferente, é explicar por que essa votação não foi suficiente para vencer a eleição.

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Walter Alves ameaçado no comando do MDB: Dr. Bernardo, Benes e Álvaro na mira

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Walter Alves ameaçado no comando do MDB: Dr. Bernardo, Benes e Álvaro na mira

A permanência do vice-governador Walter Alves na presidência do MDB do Rio Grande do Norte virou uma grande incógnita depois das eleições de 2026. O rompimento com o PT, após quatro anos de participação no governo Fátima Bezerra, e as derrotas acumuladas nas urnas colocaram sua liderança partidária sob questionamento.

Walter não conseguiu se eleger deputado estadual, viu seu aliado Allyson Bezerra perder a disputa pelo Governo do Estado para Cadu Xavier e ainda apostou, no segundo turno presidencial, em Flávio Bolsonaro, derrotado por Lula.

Mesmo mantendo uma boa relação com o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, Walter enfrenta um cenário de incertezas. Nos bastidores, interlocutores políticos avaliam que sua continuidade no comando da legenda potiguar ficou comprometida.

Dois nomes já aparecem nas conversas sobre uma possível mudança: o deputado federal eleito Dr. Bernardo, atualmente no PV, e o deputado federal reeleito Benes Leocádio, do União Brasil. Ambos dependeriam de uma articulação partidária para assumir o comando do MDB.

Mas existe outro nome que não pode ser descartado dessa disputa: o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias. Com experiência política, liderança própria e presença no cenário estadual, Álvaro também não é carta fora do baralho numa eventual reorganização do MDB no Rio Grande do Norte.

O comando da legenda é considerado estratégico por envolver estrutura partidária, tempo de televisão, recursos do fundo eleitoral e a preparação para as eleições municipais de 2028 e estaduais de 2030.

Por enquanto, Walter Alves continua na presidência. Mas, diante das movimentações de bastidores, a sucessão no MDB potiguar promete entrar na pauta das articulações políticas dos próximos meses.

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Depois de fazer oposição a Fátima, Cristiane Dantas virou o jogo e agora articula presidência da Assembleia

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Depois de fazer oposição a Fátima, Cristiane Dantas virou o jogo e agora articula presidência da Assembleia

Depois de fazer oposição ao governo Fátima Bezerra (PT), a deputada estadual Cristiane Dantas (PSDB) procurou virar o jogo político no segundo turno das eleições. Ao lado do esposo, o ex-vice-governador Fábio Dantas, decidiu apoiar Cadu Xavier (PT), levando todo o seu grupo político de São José do Mipibu para o palanque do candidato que acabou eleito governador.

A mudança teve reflexos nas urnas. Em São José do Mipibu, Cadu saiu de 29,50% dos votos no primeiro turno para 52,20% no segundo, numa virada eleitoral que fortaleceu o discurso de participação do grupo de Cristiane e Fábio Dantas na vitória.

Agora, nos bastidores da Assembleia Legislativa, Cristiane aparece entre os nomes mencionados nas articulações para a presidência da Casa. Reeleita com 49.589 votos, a deputada conta, segundo informações de bastidores, com a simpatia do atual presidente, Ezequiel Ferreira, e de integrantes da futura composição parlamentar.

A leitura política é de que Cristiane, mesmo tendo feito oposição a Fátima, soube manter abertas as portas do diálogo. Com o apoio dado a Cadu no segundo turno, passou a reunir condições para participar das negociações em torno do comando do Legislativo estadual.

A questão agora é saber se essa mudança de posicionamento será suficiente para construir uma maioria na Assembleia. Cristiane entrou nas articulações e tenta transformar a aproximação com o grupo vencedor das eleições em apoio para chegar à presidência da Casa.

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Kleber Rodrigues não está fora da disputa para a Assembleia Legislativa

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Kleber Rodrigues não está fora da disputa para a Assembleia Legislativa

O deputado estadual Kleber Rodrigues (União Brasil) continua no jogo pela presidência da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, mas o cenário político mudou depois das eleições. Antes apontado como favorito caso Allyson Bezerra fosse eleito governador, Kleber agora precisa lidar com uma nova configuração de forças dentro da Casa.

A avaliação nos bastidores é de que sua situação poderia ser diferente se tivesse permanecido próximo da governadora Fátima Bezerra, em vez de acompanhar o projeto político de Allyson Bezerra, derrotado nas urnas.

Com a vitória de Cadu Xavier, o processo de articulação para a escolha do próximo presidente da Assembleia ganha novos contornos, especialmente em relação ao posicionamento dos deputados diante do futuro governo.

Kleber não está fora da disputa. Continua sendo um nome nas articulações, mas já não conta com o mesmo cenário político que poderia favorecê-lo antes das eleições. A definição dependerá das negociações e da formação de uma maioria entre os parlamentares.

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