O médico intensivista Saul Oliveira e Costa, de 43 anos, que estava desaparecido desde o dia 14 de maio, em Natal, foi encontrado sem vida. O caso gerou forte comoção entre colegas, amigos e profissionais da área da saúde no Rio Grande do Norte.
Saul atuou durante anos em hospitais importantes do estado, incluindo unidades da rede privada, e, segundo pessoas próximas, estava afastado das atividades profissionais há cerca de um ano após enfrentar um grave quadro de sofrimento psíquico.
Sem entrar em detalhes sobre as circunstâncias da morte, amigos próximos relatam que o caso escancara uma realidade silenciosa e cada vez mais presente entre profissionais da saúde: o adoecimento emocional de quem dedica a vida ao cuidado do outro.
“Há um evidente adoecimento de quem cuida dos doentes. Os profissionais da saúde, que cuidam da população, estão adoecendo vítimas de burnout, frustração e jornadas excessivas de trabalho”, relatou uma fonte próxima, que preferiu não se identificar.
Ainda segundo o relato, muitos profissionais vivem submetidos a rotinas intensas, acúmulo de plantões, pressão por resultados e cobranças constantes, além da necessidade de buscar reconhecimento e estabilidade financeira em um cenário cada vez mais competitivo.
“Existe também uma pressão por visibilidade e exposição. Muitos acabam tentando se reinventar nas redes sociais para atrair pacientes e manter seus consultórios, mas nem sempre conseguem a remuneração e o reconhecimento que esperavam”, afirmou.
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Os produtores do filme “Dark Horse” avaliam antecipar a estreia do filme que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro para julho. A previsão inicial era lançar apenas em setembro, véspera das eleições.
Essa hipótese já era cogitada nos bastidores para evitar problemas com a Justiça Eleitoral. Juridicamente, há um temor de que a justiça barrasse a veiculação no país sob o pretexto de uso eleitoral.
O mês de julho foi levantado como alternativa porque antecede o período oficial de campanha, que começa em agosto.
Após a divulgação do áudio entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, a avaliação entre pessoas envolvidas na produção do filme é que a antecipação pode ser até melhor para o presidenciável.
O longa já foi todo gravado e está com os cortes prontos, mas ainda faltam detalhes, que estão sendo finalizados nos Estados Unidos, como as trilhas do filme, por exemplo.
O cenário político do Rio Grande do Norte para as eleições de 2026 ganhou novos contornos nesta sexta-feira, 15 de maio de 2026, após a declaração do deputado estadual Taveira Júnior (PSDB). Ele revelou que o partido mantém “conversas bem adiantadas” com o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), sinalizando uma possível aliança para a disputa pelo Governo do estado. Essa aproximação, ainda em fase de articulação, é estratégica para o PSDB consolidar uma nominata competitiva e um palanque majoritário robusto, e pode redefinir o panorama eleitoral, impactando diretamente a escolha dos próximos rumos do Rio Grande do Norte.
“Estamos analisando e conversando intensamente. É um diálogo bem adiantado com Álvaro Dias, e creio que caminharemos com ele para articular esta aliança, mas nada está oficialmente definido”, esclareceu Taveira. O parlamentar ponderou que a decisão final não será individual. Segundo ele, o PSDB possui uma nominata robusta e a escolha do rumo majoritário exige uma deliberação coletiva.
A declaração de Taveira Júnior surge em um momento de indefinição para o PSDB quanto ao pleito estadual. A legenda, sob a liderança do presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), estruturou uma nominata forte para a disputa proporcional e, por isso, atrai a atenção de diversos grupos políticos. No cenário atual, além de Álvaro Dias, outros nomes como o prefeito licenciado de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), e o secretário estadual Cadu Xavier (PT), pré-candidato governista, também se destacam.
Durante a entrevista, Taveira foi indagado sobre a possibilidade de o PSDB indicar o vice na chapa de Cadu Xavier. O deputado mencionou que tomou conhecimento dessa especulação pelas redes sociais e que não havia recebido comunicação oficial. “Fiquei sabendo pela rede social que o partido poderia indicar o vice de Cadu. Inclusive, reagi dizendo: não estou a par disso. Teremos uma reunião esta semana”, pontuou.
No fim da tarde de 16 de março de 2022, Maycon Lucas Zacarias Soares mandou pelo WhatsApp uma foto da fachada do Palácio da Resistência. A imagem era para combinar o ponto de encontro com o cunhado, Oseas Monthalggan Fernandes Costa — sócio-administrador da DISMED Distribuidora de Medicamentos. Oseas estava dentro do prédio, sede da Prefeitura de Mossoró. Maycon ia até lá entregar “o envelope”.
A Polícia Federal não detalha o conteúdo do envelope em que a cena está registrada. Em mensagens anteriores na mesma conversa, Oseas mencionara “os papéis da Roberta” — sua esposa, sócia da Drogaria Mais Saúde —, que precisariam ser assinados. Não se sabe se a assinatura de papéis é ou não verdadeira.
Quando a Operação Mederi se tornou pública, três anos depois, o registro daquele encontro ganhou outra dimensão. Não pela cena em si, mas pelo quintal em que aconteceu. Em 21 de junho de 2024, no auge da investigação, R$ 138.547,73 caíram na conta da DISMED. O dinheiro era do Fundo Municipal de Saúde de Mossoró — pago, justamente, pela Prefeitura sediada no Palácio Felipe Camarão. No mesmo dia, antes que a empresa usasse aquele dinheiro para comprar uma caixa sequer de medicamento, a DISMED transferiu valores para Maycon, para Oseas, para a Posto MM Soares — e depositou R$ 20 mil na conta poupança da filha menor de Oseas,
Naquela tarde, pelo WhatsApp, Oseas lembrou ao cunhado:
“Maikynho, só se ligue aí que é poupança viu, tem que botar essa variação 51.”
Maycon, que acabara de sair do banco, então chega ao Palácio da Resistência:
Quando a foto de Allyson Bezerra e Oseas, de 2024, foi postada no Instagram e virou peça do inquérito, o ex-prefeito de Mossoró disse não ter relação com o sócio da Dismed. Em sua defesa, nesse dia, é preciso sublinhar que ele estava em Brasília.
A matemática que o sócio recitou
A cena é um único dia de uma rotina. Entre maio e outubro de 2024 — seis meses —, a DISMED recebeu R$ 8,15 milhões em pagamentos de prefeituras e sacou R$ 2,21 milhões em espécie. Aproximadamente 27,1% de tudo o que entrou de dinheiro público, virou cash.
O percentual não é coincidência. Em outra escuta — desta vez ambiental, dentro do escritório da DISMED em Mossoró —, Oseas Monthalggan recitou em voz alta a divisão. O áudio é da tarde de 13 de maio de 2025:
“Fica cento e quarenta (R$ 140.000,00) pra ele entregar cem por cento (100%). Dos cento e quarenta ele ganha setenta (R$ 70.000,00). Setenta com sessenta é meu, cento e trinta (R$ 130.000,00). Só que dos cento e trinta nós temos que pagar cem mil (R$ 100.000,00) a ALLYISON e a FÁTIMA, que é dez por cento (10%) de FÁTIMA e quinze por cento (15%) de ALLISSON. Só ficou trinta mil (R$ 30.000,00) pra a empresa!”
ALLYISON é como Oseas se refere a Allyson Leandro Bezerra Silva, então prefeito de Mossoró. FÁTIMA é como aparece nas escutas uma pessoa ainda não identificada pela PF.
Aplicando a “matemática” só ao que Mossoró pagou à DISMED no semestre auditado — R$ 3.332.710,27, segundo o relatório bancário —, a PF calcula um valor teórico de propina de R$ 833.177,57 apenas para esta cidade. Os 25% que escapam da empresa, na conta da PF, “guardam proporção próxima” do percentual de 27,1% sacado em espécie sobre o total creditado por prefeituras.
A engenharia dos saques
A retirada do dinheiro em espécie obedece a um padrão. Dos R$ 2,21 milhões sacados em 70 operações entre maio e outubro de 2024:
Maycon Lucas Zacarias Soares, cunhado de Oseas, sacou R$ 1.784.000,00 em 20 saques — média de R$ 89.200 por operação. Representa 80,7% do total.
Oseas Monthalggan, sócio-administrador, sacou R$ 294.000,00 em 6 operações — média de R$ 49.000 por saque. Representa 13,3% do total.
Os 13,3% de Oseas não são arredondamento à toa. R$ 49 mil é o limite imediatamente abaixo de R$ 50 mil — valor a partir do qual o banco é obrigado a comunicar a operação ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Em outro período, anterior, a mesma DISMED havia feito 22 saques exatos de R$ 49 mil — somando R$ 1,07 milhão. Para a PF, é fracionamento deliberado para escapar do controle automático.
Os outros 5,97% dos saques (R$ 132 mil em 44 operações) saíram pulverizados em retiradas de R$ 3 mil em terminais de autoatendimento. Outra forma de não chamar atenção.
A conclusão da própria PF, na fl. 500 do laudo:
“os saques logo após os pagamentos tenham servido para repasses ilícitos, inclusive a outras prefeituras.”
A sócia de fachada
A engrenagem do dinheiro em espécie tinha mais peças. Vitória Cibele Pinheiro Bezerra Soares — esposa de Maycon, sócia formal da DISMED até janeiro de 2024 — atuava como armazenadora doméstica do numerário. Em diálogo do WhatsApp do dia 9 de dezembro de 2023, Maycon escreveu para a esposa:
“Na última gaveta lá de baixo do colaste, onde fica a minha maquininha, tem um bolo de dinheiro de 4.000,00 purgue 3.000,00 e traga.”
Minutos depois, ela confirma: “Tá aqui no meu bolso.”
A PF conclui na fl. 477:
“Ela atuava no armazenamento e repasse de numerário em espécie, na realização de pagamentos via contas de empresas de fachada e na execução de transferências bancárias a mando do marido. Sua participação reforça o caráter estruturado do esquema, no qual familiares eram utilizados para diluir responsabilidades.”
Em 9 de janeiro de 2024, um “Aditivo 04” formaliza a saída de Vitória do quadro societário. No lugar dela, entra o próprio Maycon. A movimentação, segundo a PF, “reforça o uso de interpostas pessoas para dar aparência de legalidade ao controle do grupo”.
A escala
A DISMED Distribuidora de Medicamentos Ltda. foi fundada com outros sócios. Em 4 de fevereiro de 2021, Oseas Monthalggan — então vereador de Upanema com rendimento declarado de R$ 4.049,05 mensais — entrou no quadro. Em 2016, à Justiça Eleitoral, Oseas declarara patrimônio total de R$ 26 mil.
A empresa apresentou crescimento exponencial. Em 2023, o faturamento anual ultrapassou R$ 11 milhões. Entre 8 de junho de 2018 e 14 de maio de 2023, apenas numa única instituição financeira, a DISMED movimentou R$ 65,43 milhões.
O contrato com a Prefeitura de Mossoró é o maior do bloco, mas não é o único. Os sócios da Dismed admitiram em conversas captadas pela PF que o modelo de negócio deles era a propina. Sem propina, não teriam como existir.
A Dismed também vendeu, mas não só, para os Fundos Municipais de Saúde de Tibau, Serra do Mel, Upanema, Patu, Porto do Mangue, Campo Grande, Triunfo Potiguar, Areia Branca, Grossos — entre outros municípios do oeste e do Seridó potiguar. Em alguns deles, escutas registradas pela PF mencionam o mesmo padrão de divisão por porcentagem — com prefeitos e secretários locais sendo nomeados nos áudios.
Blog do Dina
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Novas informações e documentos envolvendo contratos da área da saúde ampliam repercussão da investigação conduzida pela Polícia Federal
A situação envolvendo a Operação Mederi começa a ganhar contornos cada vez mais delicados nos bastidores políticos do Rio Grande do Norte, principalmente por atingir diretamente o ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra.
Nos bastidores, o comentário é de que o “rolo está grande”. Novos detalhes relacionados à empresa DISMED Distribuidora de Medicamentos Ltda. continuam surgindo e aumentando a repercussão da investigação conduzida pela Polícia Federal.
As informações que vêm sendo divulgadas apontam para um conjunto de denúncias consideradas graves envolvendo contratos, movimentações e operações ligadas à área da saúde pública.
Além de Mossoró, o caso também repercute em outros municípios do interior potiguar, como Pau dos Ferros e Apodi, ampliando ainda mais a dimensão política da investigação.
Nos bastidores jurídicos e políticos, a pergunta que mais circula agora é: qual será o próximo passo das investigações?
A avaliação de muitos observadores é de que os documentos, informações e publicações que vêm aparecendo possuem conteúdo extremamente comprometedor e poderão provocar novos desdobramentos nos próximos meses.
Outra dúvida que domina o cenário político é justamente qual será o posicionamento da Justiça diante do avanço das investigações e das informações que continuam vindo à tona.
Enquanto isso, aliados e adversários acompanham com atenção máxima cada nova movimentação da operação, que já começa a produzir forte desgaste político no ambiente eleitoral potiguar.
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Contratos da DISMED com prefeituras do Oeste e também da região seridoense aumentam repercussão das investigações
A Operação Mederi, que já provoca forte repercussão política envolvendo o ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra, poderá ganhar novos desdobramentos e atingir também municípios da região do Seridó.
O foco das investigações gira em torno da empresa DISMED Distribuidora de Medicamentos Ltda., que forneceu medicamentos não apenas para Mossoró, mas também para diversos fundos municipais de saúde espalhados pelo interior do Rio Grande do Norte.
Entre os municípios citados aparecem Tibau, Serra do Mel, Upanema, Patu, Porto do Mangue, Campo Grande, Triunfo Potiguar, Areia Branca e Grossos.
Nos bastidores políticos, o que começa a chamar atenção agora é justamente a possibilidade de aprofundamento das investigações sobre contratos também firmados com municípios da região do Seridó.
A preocupação cresce porque a atuação da DISMED não ficou restrita apenas ao Oeste potiguar, alcançando outras regiões do estado por meio de fornecimento para fundos municipais de saúde.
Com isso, aliados políticos, gestores municipais e lideranças regionais acompanham com apreensão os próximos passos da investigação conduzida pela Polícia Federal.
A avaliação nos bastidores é de que novas informações, documentos e possíveis cruzamentos de contratos ainda podem surgir, ampliando o alcance político da operação em várias regiões do Rio Grande do Norte.
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O Rio Grande do Norte registrou, entre fevereiro e abril de 2026, volumes de chuva acima da média histórica em grande parte do Estado. Os dados são da análise pluviométrica divulgada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, por meio da Unidade Instrumental de Meteorologia.
De acordo com o levantamento, o acumulado médio de chuvas no Estado foi de 404,4 milímetros no período, enquanto a média climatológica esperada era de 382,3 milímetros — um desvio positivo de 5,8%, considerado dentro da normalidade, mas com resultados expressivos em diversas regiões potiguares.
Os maiores acumulados acima da média foram registrados nas regiões Oeste e Agreste. No Oeste Potiguar, o volume observado chegou a 507,6 milímetros, superando em 11,6% a média histórica para o período. Já o Agreste registrou acumulado de 325 milímetros, com desvio positivo de 15,6%.
Segundo a EMPARN, a boa distribuição das chuvas ao longo dos meses favoreceu diretamente o desenvolvimento das atividades agrícolas, a recuperação das pastagens e a recarga dos reservatórios em várias regiões do Estado.
Outro fator considerado positivo pelos meteorologistas foi a ausência de veranicos prolongados — períodos superiores a sete dias consecutivos sem chuva — durante os meses analisados. A regularidade das precipitações contribuiu para melhores condições no campo, principalmente nas áreas produtoras.
“O comportamento das chuvas foi bastante favorável na maior parte do Rio Grande do Norte, tanto na distribuição temporal quanto espacial, especialmente nas regiões Oeste, Agreste e Litoral”, destaca a análise da meteorologia da EMPARN.
O relatório aponta ainda que as condições oceânicas observadas ao longo do primeiro trimestre de 2026 contribuíram para esse cenário. O ano começou sob influência de uma La Niña fraca no Oceano Pacífico, enquanto o aquecimento das águas do Atlântico Sul durante fevereiro e março favoreceu o aumento das chuvas no Nordeste.
Apesar do cenário positivo, algumas áreas do Seridó Oriental apresentaram índices abaixo da média no período.
Tendência para os próximos meses
A previsão da EMPARN para junho, julho e agosto é de chuvas dentro da normalidade climática no Rio Grande do Norte, mesmo diante da possibilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño nos próximos meses.
A meteorologia da empresa também alerta para a possibilidade de ocorrência de chuvas moderadas a fortes na faixa Leste e Agreste do Estado, devido ao aquecimento das águas superficiais do Oceano Atlântico Tropical próximo ao litoral nordestino.
Para acompanhar a previsão meteorológica do Estado e outras informações sobre Meteorologia, acesse o portal da EMPARN: www.meteorologia.emparn.rn.gov.br
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A pré-campanha de Allyson Bezerra segue avançando no Alto Oeste potiguar. Nesta sexta-feira (15) Graça Vieira, vice-prefeita de Tenente Ananias declarou apoio ao projeto político liderado pelo ex-prefeito de Mossoró para o executivo estadual.
Além da vice-prefeita, toda a ala oposicionista do município passou a reforçar apoio à pré-candidatura de Allyson, ampliando a presença política do grupo no Alto Oeste e fortalecendo articulações regionais. Declararam apoio os vereadores Katjane, Flávio Alexandre e o ex-vereador Adalberto Monte. Assim como Nagia Andrade que foi candidata a vice-prefeita.
“Eu tenho recebido todos esses apoios nas ruas, nas cidades e de lideranças nas diferentes regiões porque o povo do Rio Grande do Norte quer mudança, quer transformação e acredita que é possível construir um Estado desenvolvido também no interior”, disse Allyson.
O movimento é reforça o crescimento da pré-candidatura de Allyson no interior do estado, especialmente entre lideranças municipais que defendem maior aproximação do Governo do Estado com os municípios potiguares.
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