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Política

Depois da Colômbia a direita ganha mais uma eleição na América do Sul: Peru

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  • Keiko Fujimori é eleita no Peru e direita vira jogo político na América do Sul

A apuração do segundo turno da eleição presidencial no Peru, realizado no último dia 7, indicou na madrugada desta quarta-feira (24, horário de Brasília) que a candidata conservadora Keiko Fujimori já é matematicamente a vencedora da disputa.

Com 99,8% das atas eleitorais contabilizadas, Fujimori detém 50,11% dos votos válidos, contra 49,88% do esquerdista Roberto Sánchez. A diferença entre eles é de cerca de 43 mil votos, uma margem que, segundo a agência EFE, não pode mais ser revertida, visto que restam apenas cerca de 26 mil votos a serem contabilizados.

A vitória de Fujimori ocorreu em uma eleição tumultuada, em que os resultados oficiais do primeiro turno demoraram mais de um mês para serem anunciados, devido a problemas que resultaram na renúncia e prisão de membros do órgão eleitoral do país, na recontagem de atas eleitorais e em uma ordem da Justiça Eleitoral para que fossem auditados os sistemas digitais usados na eleição.

A apuração do segundo turno também foi turbulenta, já que mais de 1,6 mil atas foram enviadas à Justiça Eleitoral do Peru para revisão por terem apresentado inconsistências, como erros de assinatura e discrepâncias aritméticas, e a esquerda tentou sem sucesso invalidar os votos no exterior, onde Fujimori teve vantagem.

O grupo de Sánchez já havia adiantado antes da vitória matemática da conservadora que não reconheceria sua vitória.

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Styvenson Valentim se comporta como eleitor de Lula

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  • Declarações do senador levantam dúvidas sobre seu engajamento na campanha presidencial da direita

As declarações recentes do senador Styvenson Valentim sobre uma eventual candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro abriram espaço para novas interpretações nos bastidores da política potiguar. Ao afirmar que está mais cauteloso diante das notícias envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro, o parlamentar deixou no ar uma dúvida sobre qual será seu comportamento na disputa presidencial de 2026.

Styvenson reconheceu que já havia manifestado simpatia pela candidatura de Flávio Bolsonaro, mas ressaltou que os fatos mais recentes (caso Master) o deixaram mais retraído. A fala foi suficiente para despertar questionamentos entre aliados e observadores políticos.

Nos bastidores, a avaliação é que, mantida essa postura cautelosa, Styvenson poderá optar por um caminho de menor envolvimento na disputa presidencial. Há quem considere que o senador pode até evitar participar ativamente da campanha para presidente ou adotar uma posição de neutralidade.

E é justamente aí que surge o debate político. Para setores da direita, a neutralidade em uma eleição presidencial altamente polarizada tende a beneficiar indiretamente o presidente Lula, uma vez que reduz o esforço de mobilização em favor do campo adversário. Já outros analistas entendem que a postura de Styvenson reflete apenas uma tentativa de preservar sua independência política.

O fato é que as declarações do senador reforçam a percepção de que ele segue uma estratégia própria, muitas vezes distante dos movimentos tradicionais da direita. E isso ajuda a explicar por que sua campanha continua sendo vista por muitos como uma jornada cada vez mais individualizada e menos integrada aos demais atores do seu campo político.

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Notas

Kleber Rodrigues projeta eleição de três federais e sete estaduais em sua federação

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O deputado estadual Kleber Rodrigues (Progressistas) demonstrou confiança no potencial eleitoral da federação formada por União Brasil e Progressistas para as eleições de 2026. Segundo ele, durante entrevista ao programa Contraponto (96 FM), nesta quarta-feira (24), o grupo trabalha com a perspectiva de eleger três deputados federais e seis deputados estaduais no Rio Grande do Norte, consolidando uma das chapas mais competitivas do Estado.

De acordo com o parlamentar, a federação tem um diferencial. “Os quatro pré-candidatos já tem quase a projeção da totalidade de votos das outras nominatas, por isso que acredito na conquista de três cadeiras”, disse.

Quanto a ao ambiente interno da federação, Kleber ressaltou que o clima é de unidade e construção política, sem qualquer crise entre as lideranças que integram a federação.

“Temos uma nominata forte e acreditamos que é possível eleger três deputados federais e sete deputados estaduais. Esse é o tamanho do projeto que estamos construindo para nosso RN”, declarou.

Sobre a nominata para a Assembleia Legislativa, Kleber Rodrigues afirmou que a expectativa inicial da federação era de conquistar seis cadeiras, mas revelou já existe a possibilidade de um sétimo mandato. Segundo ele, a chegada do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, fortaleceu ainda mais o projeto eleitoral do grupo. Na avaliação do deputado, a influência política de Carlos Eduardo, especialmente em Natal e Parnamirim — dois dos maiores colégios eleitorais do estado — pode ser decisiva para ampliar a votação da chapa e garantir a eleição do sétimo deputado estadual da federação.

“Carlos Eduardo agrega densidade eleitoral, amplia nossa presença nos maiores municípios do Rio Grande do Norte e abre a possibilidade real de conquistarmos uma sétima vaga na Assembleia Legislativa”, destacou.

Polarização

Quanto à disputa majoritária, Kleber ressaltou também que não acredita na polarização nas eleições estaduais para o governo do RN. Ele confia na proximidade e no conhecimento que o pré-candidato Allyson Bezerra (União Brasil) está conquistando nessa fase da pré-campanha.

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Política

Flávio e Lula empatam no 2º turno, diz pesquisa

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Levantamento da Gerp divulgado nesta 4ª feira (24.jun.2026) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados em uma eventual disputa de 2º turno, considerada a margem de erro de 2,19 pontos percentuais. No cenário testado, o congressista registra 42% das intenções de voto, enquanto o petista aparece com 40%.

A pesquisa também simulou disputas de 2º turno entre Lula e os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

A Gerp entrevistou 2.000 pessoas em todo o território nacional de 15 a 20 de junho de 2026. A margem de erro é 2,19 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. Está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-09657/2026. O estudo custou R$ 20.000. Foi pago com recursos próprios.

1º TURNO
O levantamento mediu as intenções de voto para um 1º turno da disputa pela Presidência da República. Nesse cenário, Lula e Flávio Bolsonaro voltam a aparecer em situação de empate técnico, com 37% e 34% das intenções de voto, respectivamente.

Poder360

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Se Robinson Faria perder a eleição a culpa será de Kelps Lima

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  • Críticas do aliado da federação recolocam em debate o período dos salários atrasados e podem ter impacto eleitoral

As declarações do candidato a deputado federal Kelps Lima contra o deputado federal Robinson Faria acabaram produzindo um efeito político que talvez nem os adversários de Robinson conseguissem alcançar com tanta intensidade: recolocar no centro do debate a avaliação de sua gestão como governador do Rio Grande do Norte.

Ao voltar a afirmar que Robinson foi um dos piores governadores da história recente do Estado, Kelps reacendeu na memória de muitos eleitores um dos episódios mais delicados daquele período: o atraso de salários dos servidores públicos, que chegou a atingir meses de espera para milhares de famílias potiguares.

Nos bastidores, a avaliação é que as críticas de Kelps fizeram o eleitor olhar novamente pelo retrovisor e revisitar um fantasma que Robinson preferia deixar no passado. O problema é que as declarações partiram não de um adversário tradicional, mas de alguém que integra o mesmo campo político e a mesma federação.

Há quem avalie que, caso Robinson Faria perca a eleição a culpa será de Kelps justamente por seus ataques.

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Notas

Janja chega ao RN com a triste marca do recorde de feminicídios no governo Lula

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  • Evento em Natal busca fortalecer palanques petistas, mas números nacionais expõem desafio para o governo Lula

A primeira-dama Janja da Silva desembarca em Natal nesta quinta-feira (25) para participar do evento “Mulheres do Time de Lula pelo Fim da Violência”, agenda que também servirá para fortalecer politicamente as pré-candidaturas de Cadu Xavier ao Governo do Estado e de Samanda Alves e Rafael Motta ao Senado.

O tema escolhido para o encontro, no entanto, chega acompanhado de um dado preocupante. Enquanto Janja percorre o país defendendo políticas de combate à violência contra a mulher, o Brasil registrou, em 2025, o maior número de feminicídios da série histórica. Foram 1.470 vítimas, superando o recorde anterior de 1.464 casos registrado em 2024.

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Política

Minuto da Câmara Municipal de Natal (RN)

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Notas

Afinal, Janja é candidata a quê no Rio Grande do Norte?

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  • PT aposta na presença da primeira-dama para impulsionar candidaturas de Cadu Xavier, Samanda Alves e Rafael Motta

Os petistas estão depositando uma enorme expectativa na visita da primeira-dama Janja da Silva ao Rio Grande do Norte. A aposta é que sua presença ajude a dar visibilidade à pré-candidatura de Cadu Xavier ao Governo do Estado e fortaleça o palanque formado por Samanda Alves e Rafael Motta na disputa pelo Senado.

Mas a pergunta que surge nos meios políticos é inevitável: Janja é candidata a quê? Afinal, o esforço para transformá-la em cabo eleitoral de luxo revela a preocupação do PT em encontrar um nome capaz de mobilizar a militância e atrair atenção para seus candidatos.

A estratégia demonstra que o partido pretende explorar ao máximo a ligação de Janja com o presidente Lula, utilizando sua imagem como ferramenta para impulsionar o chamado “Time de Lula” no Rio Grande do Norte. O evento programado para Natal tem justamente esse objetivo: transferir visibilidade e fortalecer as candidaturas apoiadas pelo PT.

1 comentário em "Afinal, Janja é candidata a quê no Rio Grande do Norte?"

    Maria24/06/2026 às 09:36

    Melhor não dizer.

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