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Grafith, Banda Feras e Arnaldinho Netto comandam festa de aniversário de Tomba Farias neste domingo em Santa Cruz

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Grafith, Banda Feras e Arnaldinho Netto comandam festa de aniversário de Tomba Farias neste domingo em Santa Cruz

A cidade de Santa Cruz, principal base política do deputado estadual Tomba Farias, será palco neste domingo, 1º de novembro, de mais uma edição da tradicional festa de aniversário do parlamentar. O evento, que já faz parte do calendário de comemorações do município, deverá reunir amigos, familiares, correligionários e lideranças políticas de diversas regiões do Rio Grande do Norte. O local será na “Vila de Todos” e os portões serão abertos a partir das 22 horas.

Entre os destaques da programação musical estão a Banda Grafith, a Banda Feras e Arnaldinho Netto, atrações que prometem animar o público e dar o tom festivo à comemoração. A expectativa é de mais um grande encontro, marcado pela música, pela confraternização e pela participação de pessoas que acompanham a trajetória pessoal e política do deputado.

Grafith, Banda Feras e Arnaldinho Netto comandam festa de aniversário de Tomba Farias neste domingo em Santa Cruz

As comemorações terão início no sábado, 31 de outubro, com uma missa de ação de graças que será realizada na Igreja Matriz de Santa Cruz, a partir das 19 horas. A celebração religiosa marcará o começo da programação e será dedicada à gratidão pela vida, pelas conquistas alcançadas e pelo apoio recebido ao longo da trajetória do deputado.

“É uma alegria muito grande poder comemorar mais um ano de vida ao lado dos meus amigos, da minha família e de tantas pessoas queridas que fazem parte da minha história. Este ano, a festa tem um significado ainda mais especial, porque venho de uma reeleição e quero aproveitar esse momento para agradecer a todos que confiaram em mim, que acreditaram no nosso trabalho e que estiveram ao nosso lado nessa caminhada. Preparamos uma programação especial, com atrações que o público gosta, para que todos possam participar dessa grande celebração. Antes da festa, teremos também nossa missa de ação de graças, porque é importante agradecer a Deus pela vida, pela saúde e por todas as conquistas”, ressaltou o parlamentar.

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Notas

Orientação de cima: Dr. Tadeu é advertido para não promover exonerações na Prefeitura de Caicó

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Orientação de cima: Dr. Tadeu é advertido para não promover exonerações na Prefeitura de Caicó

Uma ordem severa, vinda de cima, de quem tem experiência no ramo, teria sido transmitida ao prefeito de Caicó, Doutor Tadeu: nada de demissões, exonerações de cargos comissionados, secretários municipais ou ocupantes de funções de confiança por motivações políticas.

Segundo informações de bastidores, o recado foi direto e sem margem para interpretações. Caso Doutor Tadeu resolva promover uma caça às bruxas dentro da administração municipal, em consequência dos resultados eleitorais, poderá comprometer seriamente a relação da Prefeitura de Caicó com o futuro governo de Cadu Xavier.

A advertência teria partido de uma instância superior do grupo político, deixando claro que qualquer retaliação neste momento poderá custar caro à gestão municipal. Em outras palavras, se Doutor Tadeu resolver passar a tesoura agora, poderá encontrar as portas fechadas no Governo do Estado amanhã.

O recado, pelo visto, foi dado: nada de transformar a Prefeitura de Caicó em palco de vingança política. Afinal, uma coisa é perder uma eleição. Outra, bem diferente, é comprometer o futuro administrativo do município por inconformismo com o resultado das urnas.

Com a palavra a voz da experiência: Vivaldo Costa, o Papa Jerimum. O recado foi entendido rapidinho.

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Notas

Não faça feio prefeito Dr. Tadeu: “deixe a poeira baixar”

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Não faça feio prefeito Dr. Tadeu:

O prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, parece continuar inconformado com a derrota dos candidatos que apoiou nas eleições deste ano. Depois de sair politicamente chamuscado das urnas, o prefeito continua dando explicações sobre o resultado, procurando responsáveis pelo insucesso eleitoral e fazendo declarações que sugerem uma possível reaproximação com o grupo que assumirá o Governo do Estado em janeiro.

Na avaliação crítica que se faz dessa movimentação, Dr. Tadeu está botando a carroça na frente dos bois. Mal terminou a eleição, a transição de governo sequer começou efetivamente, e o prefeito já demonstra interesse em reconstruir pontes políticas com aqueles que estiveram do outro lado durante a campanha.

As explicações apresentadas pelo prefeito para justificar o desempenho de seus candidatos também têm provocado críticas. Para seus adversários, são justificativas esdrúxulas, algumas consideradas até ridículas, numa tentativa de transferir responsabilidades por um resultado que contrariou suas expectativas.

A impressão transmitida por suas recentes manifestações é de que Dr. Tadeu não deixou sequer a poeira da eleição baixar para começar a sinalizar uma aproximação com o novo poder estadual. Uma coisa é buscar diálogo institucional em benefício de Caicó. Outra, bem diferente, é transformar essa necessidade em articulação política imediatamente depois de uma derrota eleitoral.

Há, entretanto, um detalhe fundamental nessa discussão: Cadu Xavier foi eleito para governar todo o Rio Grande do Norte, e não apenas os municípios ou prefeitos que apoiaram sua candidatura. Caicó tem direito à atenção do futuro governo independentemente da posição política adotada por Dr. Tadeu nas eleições.

A relação institucional entre Prefeitura e Governo do Estado não precisa ser confundida com adesão política. O prefeito poderá defender os interesses de Caicó sem necessariamente integrar a base do governador eleito.

O momento é de aguardar os desdobramentos da transição e conhecer as prioridades da futura administração. Qualquer reaproximação política, caso venha a ocorrer, poderá ser discutida no tempo adequado, sem atropelar os acontecimentos nem confundir os interesses do município com as conveniências eleitorais de seus dirigentes.

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Eleições

Fábio Dantas e Ezequiel Ferreira entram nas articulações pelo comando da Assembleia Legislativa do RN

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Fábio Dantas e Ezequiel Ferreira entram nas articulações pelo comando da Assembleia Legislativa do RN

Mal terminou a eleição para o Governo do Rio Grande do Norte, uma nova disputa já movimenta os bastidores da política potiguar: quem vai comandar a Assembleia Legislativa a partir de fevereiro de 2027?

O governador eleito Cadu Xavier (PT) começa a fazer suas contas. A federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, reúne sete deputados estaduais. Somados aos três parlamentares do PSDB, que se aproximou do grupo governista no segundo turno, seriam dez votos. Faltariam apenas três para alcançar os 13 necessários à eleição da Mesa Diretora.

É nesse cenário que surge o nome do ex-vice-governador Fábio Dantas (PSDB), marido da deputada estadual Cristiane Dantas. Ele poderá desempenhar papel importante nas articulações políticas, funcionando como interlocutor entre diferentes grupos na construção de uma maioria parlamentar.

O atual presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB), também é peça importante nesse tabuleiro e deverá participar diretamente das negociações.

Para Cadu Xavier, a disputa vai além da escolha do próximo presidente da Assembleia. O governador eleito precisará construir uma base parlamentar capaz de garantir a governabilidade e a aprovação dos projetos de sua administração.

Nos bastidores, a avaliação é de que Fábio Dantas e Ezequiel Ferreira poderão ter participação decisiva nessa construção política. A grande questão agora é saber quem conseguirá reunir os votos necessários para comandar o Legislativo potiguar.

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Notas

A mágoa de Robinson Faria com Júlio César e Antônio Henrique em Ceará-Mirim após perder eleição por apenas 32 votos

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A mágoa de Robinson Faria com Júlio César e Antônio Henrique em Ceará-Mirim após perder eleição por apenas 32 votos

A eleição de Júlio César para deputado estadual, com 66.750 votos, sendo o quarto mais votado do Rio Grande do Norte, deixou um gosto amargo entre aliados do ex-governador Robinson Faria. Em Ceará-Mirim, principal base política de Júlio, ele recebeu 23.548 votos, enquanto Robinson conquistou apenas 11.491, uma diferença de 12.057 votos.

No resultado geral, Robinson Faria obteve 123.008 votos e ficou fora da Câmara Federal por uma diferença de apenas 32 votos. O resultado provocou insatisfação entre pessoas próximas ao ex-governador, que atribuem parte da responsabilidade pela derrota à falta de uma votação casada mais expressiva em Ceará-Mirim.

Segundo essa avaliação, também não houve o empenho esperado do prefeito Antônio Henrique para fortalecer a candidatura de Robinson. A percepção entre esses aliados é de que os esforços políticos foram concentrados na eleição de Júlio César, deixando o candidato a deputado federal em segundo plano.

Nos bastidores, a queixa é direta: cuidaram de eleger Júlio César e deixaram Robinson Faria pelo meio do caminho. E, diante de uma diferença de apenas 32 votos, a votação de Ceará-Mirim passou a ser motivo de cobrança e descontentamento político.

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Notas

José Agripino, apontado como responsável pela divisão da direita no RN, desaparece do mapa após derrota de Allyson

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José Agripino, apontado como responsável pela divisão da direita no RN, desaparece do mapa após derrota de Allyson

O ex-senador José Agripino Maia é apontado, nos bastidores políticos, como um dos principais responsáveis pela divisão da direita no Rio Grande do Norte, ao apostar na candidatura de Allyson Bezerra e não construir um entendimento com o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias. Agora, depois da derrota de seu protegido na disputa pelo Governo do Estado, Agripino saiu dos holofotes e enfrenta um período de isolamento político.

Principal articulador da candidatura de Allyson, Agripino apostava numa vitória ainda no primeiro turno. O resultado das urnas, entretanto, contrariou suas expectativas e desmontou o planejamento político que havia construído para 2026.

Durante a campanha, Agripino também demonstrou confiança na situação de Allyson diante das investigações da Operação Mederi, chegando a transmitir, segundo relatos políticos, a ideia de que o candidato estaria protegido de maiores consequências. Uma eventual garantia de imunidade, porém, não teria valor jurídico.

Desde domingo (25), segundo informações que circulam nos bastidores, o ex-senador não estaria atendendo a determinadas ligações. O silêncio alimenta questionamentos sobre seu futuro político.

A pergunta que fica é: por onde anda José Agripino Maia? Depois de apostar todas as fichas em Allyson Bezerra e ver Cadu Xavier conquistar o Governo do Estado, o experiente ex-senador desapareceu do mapa político. Pelo menos por enquanto.

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Eleições

Apoio de Ezequiel contribuiu diretamente para a vitória de Cadu

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Apoio de Ezequiel contribuiu diretamente para a vitória de Cadu

A vitória de Cadu de Lula (PT) para o Governo do Rio Grande do Norte, com 50,77% dos votos válidos contra 49,23% de Allyson Bezerra (União Brasil), também contou com a articulação do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB). No segundo turno, ele mobilizou deputados, prefeitos e lideranças municipais, contribuindo para ampliar a base de apoios ao petista em uma disputa decidida por apenas 32.625 votos de maioria.

A entrada do presidente da Assembleia representou um reforço para Cadu na disputa contra Allyson Bezerra (União Brasil). Sua aproximação abriu espaço para novas alianças no interior, especialmente em municípios onde os grupos políticos precisavam redefinir seus posicionamentos após a eliminação de Álvaro Dias (PL).

Entre os exemplos estão Senador Georgino Avelino e São José de Mipibu, municípios que integraram as articulações em torno de Cadu. A participação de Ezequiel reforçou sua capacidade de diálogo com diferentes grupos, aproximando do palanque petista lideranças que poderiam seguir outros caminhos no segundo turno.

A contribuição também se estendeu à bancada estadual. À frente da Assembleia, Ezequiel mantém interlocução com deputados que possuem bases eleitorais em diferentes regiões do Estado. Essa rede ganhou importância na reta final, quando a mobilização das lideranças locais se tornou decisiva.

O apoio foi oficializado em 18 de outubro, uma semana antes da votação, e reuniu Ezequiel, Cristiane Dantas, Gustavo Soares e Taveira Júnior. Juntos, os quatro somaram 193.355 votos na eleição proporcional, demonstrando a dimensão das bases eleitorais reunidas pelo PSDB, embora esses votos não representassem transferência automática para Cadu.

Diário do RN

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Economia

Cadu Xavier coloca reequilíbrio das contas do Estado como prioridade de seu governo

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Cadu Xavier coloca reequilíbrio das contas do Estado como prioridade de seu governo

O governador eleito do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), já definiu uma das principais prioridades de sua futura administração: reequilibrar as contas públicas do Estado. Para ele, a recuperação financeira será fundamental para colocar em prática os projetos de desenvolvimento, geração de empregos e melhoria dos serviços públicos.

“Nosso projeto é um projeto de desenvolvimento, de geração de emprego, de melhorias nos serviços públicos, mas isso passa necessariamente pelo equilíbrio das nossas contas, não tem outro caminho para você fazer isso”, afirmou Cadu.

O governador eleito reconheceu que encontrará dificuldades financeiras e deixou claro que não pretende ignorar a situação fiscal do Rio Grande do Norte.

“Nesse processo todo eu nunca neguei a dificuldade do Estado, a gente sabe o que vai enfrentar nos próximos anos, eu tenho compromisso com isso. E pra tudo acontecer conforme nossas propostas, a gente precisa reequilibrar as contas do Estado, senão nada vai acontecer”, declarou.

Pelas declarações, Cadu Xavier coloca a reorganização financeira do Estado como condição para avançar nas demais áreas. O desafio será conciliar o equilíbrio das contas públicas com os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral.

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