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Política

Toinho Santiago realiza comícios relâmpagos na Zona Norte de Caicó e reforça voto no time do trabalho

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O vice-prefeito de Caicó, Toinho Santiago, vem intensificando, ao longo da semana, uma série de comícios relâmpagos em diferentes pontos da cidade. Nesta quarta-feira(16) a mobilização chegou à Zona Norte, reunindo moradores, lideranças políticas e apoiadores.

Durante a passagem pela região, Toinho levou sua mensagem à população e destacou a importância de eleger parceiros que possam continuar contribuindo com Caicó e com o Rio Grande do Norte, defendendo os nomes de Allyson para governador; Styvenson e Samanda para o Senado; João Maia para deputado federal; e Nelter e Ezequiel para deputado estadual.

A mobilização contou com a participação dos vereadores Irmão Renato, Thales Rangel, Rutênio da Palma, Andinho Duarte e Fabinho da Saúde, que também reforçaram o diálogo com os moradores e a união do grupo em defesa do desenvolvimento de Caicó.

Os convites-relâmpagos seguem acontecendo durante a semana, ampliando o contato direto com a população e fortalecendo a mobilização nos bairros da cidade.

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Prefeituras

Prefeito “Doido” e briguento trava relação com a Câmara e gestão emperra em Martins

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O impasse envolvendo o orçamento de Martins é apenas mais um capítulo de uma relação política desgastada entre o prefeito César Móveis (PSB) e a Câmara Municipal. Informações de bastidores que chegam ao Blogue do Xerife apontam que as dificuldades de diálogo entre o Executivo e a maioria dos vereadores não são de agora e vêm acompanhando a gestão municipal.

César Móveis, conhecido como o “Doido”, administra sem maioria confortável no Legislativo. Segundo esses relatos de bastidores, vereadores que fazem oposição ao prefeito reclamam principalmente da maneira como são tratados pelo gestor e de sua postura considerada temperamental no relacionamento com a Câmara.

Agora, essa velha celeuma chegou diretamente ao orçamento. Para 2026, a Prefeitura pediu autorização para remanejar até 30% das dotações, mas a Câmara autorizou 10%. Depois de consumir essa margem, o Executivo apresentou em 12 de agosto uma proposta para ampliar o limite para 25%. O pedido foi rejeitado pelos vereadores em 11 de setembro.

César sustenta que dinheiro existe, mas que, sem autorização para remanejá-lo entre as dotações, determinadas despesas podem ficar comprometidas. Segundo a Prefeitura, o impasse pode alcançar saúde, educação, limpeza urbana e outras atividades municipais.

Mas há também o outro lado dessa briga: cabe à Câmara fiscalizar o Executivo e decidir sobre as autorizações orçamentárias submetidas pelo prefeito. O próprio Legislativo define entre suas funções a fiscalização dos atos da administração municipal.

Nos bastidores, portanto, a leitura é de que o problema deixou há muito tempo de ser apenas contábil. O relacionamento político ruim entre César Móveis, o Doido, e parte da Câmara estaria cobrando seu preço. O prefeito cobra que os vereadores liberem o remanejamento; seus críticos, por sua vez, questionam sua condução política.

Se Executivo e Legislativo não encontrarem um canal de diálogo, quem corre o risco de ficar no meio dessa queda de braço é a população de Martins.

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Eleições

Pesquisa Metadata/Grupo Dial/Deputado Estadual: soma de Dr. Bernardo com Kaline coloca candidata em terceiro na nominata

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Um detalhe que não pode passar despercebido da pesquisa divulgada recentemente pelo instituto Metadata/Grupo Dial chama atenção quando se observa a candidatura de Kaline de Dr. Bernardo à Assembleia Legislativa. No levantamento espontâneo, Kaline aparece com 0,68%, enquanto o nome de Dr. Bernardo é citado por 0,28%.

Somadas as duas citações, o grupo alcança 0,96%. A leitura faz sentido como exercício político porque Dr. Bernardo disputa uma vaga de deputado federal, e parte dessas menções na pesquisa para deputado estadual pode refletir associação ou confusão espontânea do eleitor com o nome ligado à candidatura de Kaline. A pesquisa espontânea, por definição, registra livremente o nome mencionado pelo entrevistado, sem apresentar uma lista de candidatos.

Considerando essa hipótese de transferência das citações de Bernardo para Kaline, ela chegaria a 0,96% e ganharia posições no recorte apresentado pelo levantamento.

É um dado que merece atenção para a candidatura de Kaline: o resultado divulgado registra separadamente 0,68% para ela e 0,28% para Dr. Bernardo. A soma é uma análise política a partir das citações espontâneas.

O levantamento Metadata/Grupo Dial ouviu 1.536 eleitores em 63 municípios, entre 10 e 12 de setembro, tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

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Justiça

“GENERALIZAÇÃO INJUSTA”: OAB reage a Dino e diz que ministro lançou suspeita sobre toda a advocacia

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O Conselho Federal da OAB e as 27 seccionais repudiaram a declaração do ministro Flávio Dino de que “não existe venda de sentença sem um advogado comprando”. A fala foi feita durante a sessão de terça-feira (15) no STF que discutia a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes no caso Master.

Em nota, a entidade afirmou que Dino fez uma generalização injusta e lançou uma “suspeita genérica e indevida” sobre toda a categoria. “Eventuais desvios de conduta devem ser apurados e punidos individualmente, sem atingir toda uma categoria profissional indispensável à administração da Justiça”, declarou.

A OAB ressaltou que não compactua com irregularidades cometidas por seus integrantes e pode aplicar punições, inclusive a exclusão dos seus quadros. A entidade, porém, cobrou respeito e afirmou que advogados não podem ser responsabilizados coletivamente por condutas individuais.

“A OAB não aceita a criminalização da advocacia”, concluiu a nota.

Metrópoles

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Política

Grupo político de Allyson Bezerra concentra R$ 9,2 milhões em recursos eleitorais

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Quatro candidaturas do União Brasil, vinculadas ao grupo político do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, concentram cerca de R$ 9,2 milhões em receitas de campanha declaradas à Justiça Eleitoral para as Eleições 2026. Esse volume financeiro compreende os recursos arrecadados por Allyson Bezerra, na disputa ao Governo do Estado; por sua esposa, Cinthia de Allyson, candidata a deputada estadual; e pelas candidatas a deputada federal Dani Ribeiro e Nágila Diniz.

Os valores destinados às candidaturas de Dani Ribeiro e Nágila Diniz, em particular, despertam atenção pela expressividade. Dani Ribeiro, que atua como blogueira e influenciadora digital, declarou R$ 2,5 milhões em receitas. Nágila Diniz, ex-diretora do Hospital Psiquiátrico de Mossoró durante a gestão de Allyson Bezerra, totaliza R$ 1,4 milhão. Ambas participam de uma eleição pela primeira vez e não possuem histórico de mandatos eletivos ou trajetória parlamentar no Rio Grande do Norte.

Para contextualizar o impacto desses números, a arrecadação de Dani Ribeiro emparelha-se com a de políticos veteranos, como o deputado federal Robinson Faria e a deputada federal Thabatta Pimenta. Nágila Diniz apresenta um patamar de financiamento similar ao do deputado federal João Maia. Já Cinthia de Allyson, com R$ 1,3 milhão declarados, figura entre as candidaturas com maior arrecadação para o cargo de deputada estadual no Estado.

Integração operacional

Além da afinidade política, reportagem publicada pelo Blog do Neto Queiroz nesta quarta-feira (16/09) revela que Cinthia de Allyson, Dani Ribeiro e Nágila Diniz compartilham fornecedores de campanha. Embora a legislação eleitoral permita o compartilhamento de serviços e estruturas entre candidatos, o fato sublinha o nível de integração operacional e a estratégia centralizada adotada pelo grupo liderado por Allyson Bezerra durante este pleito.

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Política

TSE proíbe uso da imagem de Jair Bolsonaro em santinhos de candidatos

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu o uso da imagem de Jair Bolsonaro em santinhos e materiais impressos que indiquem apoio ou pedido de votos do ex-presidente a candidatos. A decisão liminar, da ministra Estela Aranha, foi tomada em ação envolvendo o deputado estadual Lucas Bove (PL-SP), que utilizou a foto de Bolsonaro em 50 mil santinhos e banners.

A ministra entendeu que a suspensão dos direitos políticos de Bolsonaro também impede a divulgação, por terceiros, de manifestações político-eleitorais atribuídas a ele. Segundo Estela, a determinação do STF não vale apenas para atos praticados diretamente pelo ex-presidente, mas também para divulgações feitas por terceiros, “independentemente do meio utilizado”.

A decisão não proíbe, porém, o uso de fotos e vídeos que mostrem a trajetória política de Bolsonaro. O material pode ser utilizado desde que não seja manipulado ou apresentado como uma manifestação atual de apoio a determinado candidato nas eleições deste ano.

O Globo

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Política

Na corrida pela Câmara Federal, Juninho recebe sequência de novos apoios em seis municípios do RN

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A candidatura de Juninho Saia Rodada a deputado federal recebeu, nas últimas horas, uma nova sequência de adesões políticas em diferentes municípios do Rio Grande do Norte. Ao todo, lideranças de seis cidades anunciaram apoio ao projeto de Juninho rumo à Câmara Federal.

Entre os novos apoios estão os vereadores Sebastião (Tião), de Caiçara do Rio do Vento; Rendson, de Lajes Pintadas; e Valderi do Peixe, de Sítio Novo. Também aderiram à candidatura Cortez, ex-candidato a vice-prefeito de Florânia; Neto Miranda, ex-vereador de Taipu; e Magno Régio, tabelião e liderança de Campo Redondo.

A chegada de vereadores, ex-vereador e lideranças municipais amplia a articulação da candidatura em diferentes regiões e acrescenta novos nomes à base política construída por Juninho ao longo da campanha.

A sequência de adesões nas últimas horas reforça a movimentação política em torno da candidatura de Juninho Saia Rodada, que intensifica agendas e articulações nos municípios nesta fase da disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.

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Notas

Styvenson abandona campanha isolada e vê necessidade de colar em Álvaro na reta final

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O senador Styvenson Valentim passou boa parte da campanha fazendo um caminho praticamente isolado, sem vincular com a mesma intensidade sua candidatura à reeleição ao palanque de Álvaro Dias. Agora, na reta final, mudou a estratégia. E essa aproximação também pode ser interpretada como uma necessidade política: Styvenson decidiu colar em Álvaro, reforçar sua identificação com a direita e entrar de vez na campanha conjunta.

O senador passou a aparecer mais associado a Álvaro e ao Coronel Hélio, além de intensificar o discurso de oposição à esquerda. A composição que o grupo procura apresentar ao eleitor ficou mais nítida: Álvaro para governador, Styvenson e Coronel Hélio para o Senado, dentro do campo político que também apoia Flávio Bolsonaro para a Presidência.

É justamente aí que entra o voto casado. Depois de caminhar de forma mais independente, Styvenson percebeu a importância estratégica de não deixar solto o eleitorado de direita. A aproximação com Álvaro busca fazer com que o eleitor associe as duas candidaturas na hora de votar.

A necessidade dessa mudança ganha importância diante da disputa de Styvenson com Zenaide Maia, Samanda de Lula e outros nomes pelo Senado. Sem dados de transferência de voto, não é possível afirmar que um candidato esteja tomando votos diretamente de outro, mas a mudança de postura de Styvenson evidencia uma tentativa de consolidar seu espaço político na direita.

Agora, Styvenson e Álvaro entram juntos na reta final, apostando na força do voto casado. O senador deixou a campanha mais isolada para se integrar ao palanque de Álvaro — uma aproximação política que, neste momento da disputa, também atende a uma necessidade estratégica das duas candidaturas.

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