
Uma das grandes expectativas nos meios políticos do Rio Grande do Norte, após as eleições de 2026, é sobre o futuro da governadora Fátima Bezerra (PT). Mesmo enfrentando um desgaste administrativo e registrando cerca de 30% de aprovação, segundo o índice mencionado nos bastidores, Fátima termina o processo eleitoral ao lado de três vencedores: Cadu Xavier, eleito governador, Samanda Alves, eleita senadora, e Lula, reeleito presidente da República.
Há, entretanto, uma discussão dentro do próprio cenário político potiguar. Para uma ala de observadores, as vitórias de Cadu e Samanda estão muito mais associadas à força eleitoral do presidente Lula do que à influência da governadora. Afinal, durante a campanha, os dois ficaram conhecidos como Cadu de Lula e Samanda de Lula, e não como Cadu de Fátima ou Samanda de Fátima.
Mas existe uma realidade que não pode ser ignorada: Fátima Bezerra pertence ao PT, participou do projeto político vitorioso e permanece como uma liderança importante dentro da legenda.
Antes mesmo das eleições, já circulava nos bastidores a possibilidade de que Fátima, ao permanecer no Governo do Estado e abrir mão de disputar uma cadeira no Senado, pudesse ser aproveitada em um eventual novo mandato presidencial de Lula. Com a reeleição do presidente, essa especulação volta a ganhar espaço.
Agora, a grande indagação é sobre o destino político da governadora. Fátima Bezerra será convidada por Lula para assumir um ministério em Brasília? Seu nome entrará nas articulações para a composição da nova equipe ministerial?
Até o momento, não há confirmação de convite ou indicação oficial. Mas o assunto promete movimentar os bastidores políticos do Rio Grande do Norte e de Brasília.
Afinal, depois de permanecer no governo e acompanhar as vitórias de Cadu, Samanda e Lula, o futuro político de Fátima Bezerra passa a ser uma das questões em aberto no novo cenário político potiguar.











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