
A recente polêmica envolvendo uma fala do prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, sobre animais de rua foi completamente descontextualizada. A declaração, feita durante entrevista, tinha como objetivo chamar a atenção para a necessidade de adoção responsável como alternativa para conter a crescente proliferação de cães e gatos nas ruas da cidade.
Ao contrário do que alguns setores têm sugerido, Dr. Tadeu não é contra os animais nem propôs o abandono ou negligência. Sua fala sobre a importância de evitar a simples alimentação dos animais nas ruas fora de um contexto de cuidado estruturado foi mal interpretada. O prefeito, na verdade, defendeu uma abordagem racional e coletiva para o problema, convocando a população a se engajar em ações que envolvam adoção, castração e campanhas educativas.
“Nós precisamos de união para resolver essa questão. Adoção, cuidado e políticas públicas são o caminho. Alimentar os animais é um gesto de compaixão, mas precisamos pensar além disso e buscar soluções duradouras”, teria dito o prefeito em conversa com aliados após a repercussão do caso.
A gestão municipal estuda inclusive medidas de apoio a ONGs, voluntários e clínicas veterinárias, com o objetivo de criar um plano integrado de proteção animal em Caicó. Dr. Tadeu, que tem adotado um discurso equilibrado, quer frear a superpopulação de animais abandonados com responsabilidade e empatia, e não com discursos distorcidos que nada contribuem para o debate sério que o tema exige.
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Não houve distorções, na realidade, tudo está cada dia que surge,muito mais caótico e a hipocrisia dos incautos, aproveitando qualquer assunto, para criar bullyng, independente de quem quer que seja.
Quem duvidar,basta ser cinsero e já entra na pauta das mentes doentias.
Ora…,qual a diferença entre o cachorro e o cabrito, aqui no Brasil, apenas a utilidade da carne para o consumo.
Fica aqui minha opinião e quem quiser, pode me condenar…, mas o prefeito não tem responsabilidade, com a irresponsabilidade dos tutores que abandonam os seus animais.
Eu não tô nem aí pra ninguém.
Fodam-se!