Mesmo com a confirmação de Rafael Motta como candidato ao Senado na chapa encabeçada pelo PT, tendo Samanda Alves como primeira candidata da composição ao Senado, sua presença ainda enfrenta resistência entre setores históricos do partido. Para parte da militância petista, episódios do passado político de Rafael continuam pesando na avaliação sobre sua entrada na aliança.
Entre os fatos mais lembrados por esses militantes estão o voto favorável ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, e o apoio à reforma trabalhista do senador Rogério Marinho. Essas posições foram amplamente criticadas pelo PT à época e permanecem como motivo de desconforto para parte da base partidária.
Embora a direção partidária tenha consolidado a aliança e homologado a chapa, integrantes do chamado “PT raiz”não engole o nome de Rafael Motta. Na avaliação desse segmento, seu histórico político contrasta com as posições tradicionalmente defendidas pelo partido, mantendo viva a discussão de que, na política, o passado continua influenciando o presente.




