Depois de quatro meses de indefinição no comando do Ministério do Trabalho, o PDT decidiu dar um ultimato ao Planalto: se não houver decisão na próxima semana, o partido entregará o cargo, computado em sua cota. Mas, diferentemente dos demais aliados, os pedetistas avisam que ficam na base, mesmo sem a pasta. O recado foi passado ontem pelo líder do PDT na Câmara, André Figueiredo (CE), à ministra Ideli Salvatti.
Há forte desconforto no partido com a demora da presidente Dilma Rousseff em definir o novo ministro do Trabalho, depois da saída de Carlos Lupi em dezembro do ano passado.
”Espero que a presidente Dilma tenha refletido. Se não houver decisão, é melhor entregar o ministério. Ficaremos na base. Do jeito que está, é ruim para todo mundo, principalmente para o governo”, avisou Figueiredo. ”Depois de tanto desgaste, a melhor solução é entregar esse ministério”, reforçou o deputado Paulinho da Força (PDT-SP).




Deve tá dificil encontrar alguém que corresponda aos requistos … que o cargo impôe.
Reduzindo o némero de cargos, reduz-se na mesma proporção, a pressão…