Notas

O silêncio de José Agripino, João Maia…

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O avanço das investigações da Operação Mederi, conduzida pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União, começa a produzir reflexos políticos cada vez mais fortes no entorno do ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra. Nos bastidores políticos, a avaliação é de que o nível de preocupação dentro do núcleo mais próximo do aliado mossoroense já é grande diante da repercussão das investigações envolvendo contratos na área de saúde.

O detalhe que mais chama atenção entre observadores da cena política potiguar é justamente o silêncio de importantes lideranças que integram o arco de apoio político de Allyson Bezerra. Até agora, nomes de peso como José Agripino Maia, o deputado federal João Maia, além de parlamentares como Benes Leocádio e outras lideranças estaduais, não fizeram qualquer manifestação pública mais contundente em defesa do ex-prefeito de Mossoró.

Para analistas políticos, o comportamento reservado dessas lideranças é interpretado como um sinal negativo dentro do processo político. A leitura é de que os principais figurões que hoje caminham ao lado de Allyson preferem manter distância da polêmica enquanto aguardam os próximos desdobramentos da investigação federal. O silêncio passou a ser interpretado nos bastidores como uma estratégia de cautela política.

A ausência de defesa pública mais firme em favor de Allyson Bezerra levanta questionamentos inevitáveis dentro do próprio meio político. Afinal, por que lideranças tão influentes evitam entrar no debate? O receio de desgaste político diante do avanço das investigações começa a ser comentado nos bastidores, aumentando ainda mais o clima de apreensão em torno da pré-candidatura do ex-prefeito mossoroense ao Governo do Estado.

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