Em menos de um mês, Dilma Rousseff acrescentou três assombros ao soberbo acervo de trapalhadas e maluquices de que até Deus duvida. Na terceira semana de abril, uma gargalhada nacional saudou o vídeo em que o neurônio solitário explica que a prisão provisória criou a figura do “provisoriamente culpado”.
Em 2 de maio, ao assassinar a música e a letra da belíssima Romaria, o espanto que o país premiou duas vezes com a Presidência da República revelou que, cantando, consegue ser pior do que falando.
Nesta terça-feira, a maior nulidade político-administrativa de todos os tempos contou que ainda jovem começou a ficar famosa como mulher de programa.
O Brasil nunca foi um modelo de sensatez. Mas só virou caso de hospício na segunda década do século 21 .
Por Augusto Nunes (Veja)



E quem votou no Aécio Neves, precisa de hospício? Ou só precisa assumir que votou nele?
ESSA mulher é uma coisa esquisita, terrorista assassina quando jovem, chefe de gangue de assaltos a bancos e quarteis, pegou em armas para defender o comunismo assassino, mentiu , roubou, assaltou a boa fé das pessoas, defende monstros comunistas que mataram 120 milhões de inocentes.