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A empresa Dismed, pivô do escândalo dos remédios em Mossoró, será o Banco Master Potiguar?

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A engrenagem financeira desvendada pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU) na Operação Mederi já começa a ser comparada, nos bastidores da política potiguar, ao escândalo do Banco Master, considerado a maior fraude contra o Sistema Financeiro Nacional, que tem como pivô o empresário mineiro Daniel Vorcaro, preso durante a deflagração da Operação Compliance Zero. O rombo estimado é de cerca de R$ 40 bilhões.

No Rio Grande do Norte, porém, o epicentro da investigação não é um banco. É a empresa de medicamentos Dismed, pertencente ao empresário Oseas Monthalggan, apontada pela PF como operadora do esquema de fraudes em licitações, pagamento de propinas e desvios em contratos da saúde, cujo “pulmão” era a Prefeitura de Mossoró.

Entre 2021 e 2025, durante a gestão do ex-prefeito e pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil), a empresa recebeu R$ 13,5 milhões da Prefeitura de Mossoró. O esquema foi batizado de “Matemática de Mossoró”, que tinha em seu “topo”, segundo a PF, Allyson Bezerra e o atual prefeito Marcos Medeiros (Republicanos). O avanço das investigações, para analistas políticos potiguares, tem potencial para produzir um terremoto político semelhante aos efeitos do escândalo do Banco Master de Daniel Vorcaro.

1 comentário em "A empresa Dismed, pivô do escândalo dos remédios em Mossoró, será o Banco Master Potiguar?"

    Roberto
    21/05/2026 às 14:48

    Isso ai ainda vai da tanta dor de cabeça que os remédios da Dismed não vai da de Conta! Tanta sujeira pra todos os Lados! Cada um vai lascar o outro,pois ninguém que levar a culpa sozinho. Federal no Meio disso aí não tem choro e nem vela e pra ter cadeia.

    910535

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