Essa proposta é justa? O governo diz que sim, pois as mudanças sugeridas vão reduzir privilégios dos trabalhadores de maior renda, tornando a Previdência Social menos desigual.
Críticos da reforma, porém, consideram que o impacto sobre os segmentos com mais recursos ainda é limitado e apontam alterações que, por outro lado, vão restringir o acesso dos mais pobres à aposentadoria.
“Não tem nenhum esforço na reforma para tentar aumentar ou garantir a proteção (já existente) aos mais pobres. Só tem proposta de restrição. Temos que lembrar que a Previdência é no fundo uma política social”, afirma Marcelo Medeiros, pesquisador do Ipea e professor visitante da Universidade Yale, nos Estados Unidos.
Já o consultor legislativo Leonardo Rolim, que foi secretário da Previdência na gestão de Dilma Rousseff, elogia a proposta do atual governo.
“É uma reforma necessária, que foca nos privilégios e melhora ainda mais a redistributividade (de renda) da previdência”, diz.
Entenda melhor qual pode ser o impacto da reforma para diferentes grupos sociais, considerando as principais mudanças em discussão. Alguns pontos propostos pelo governo ainda estão em negociação no Congresso.



Na realidade, a pec da previdencia deve sequir um paramentro, que os politicos em geral deve tb entra na contribuiçao da previdencia,so assim amenizara esse tal de rombo que tantos eles falam, que seja rigoroso quanto o do trabalhador que passa o mes inteiro trabalhando pra no final receber o seu salario com descontos arbitrantes.