
A população de Apodi (RN) está revoltada com o que considera um dos maiores absurdos já registrados na gestão pública local. Em apenas cinco meses, o time de futsal que tem como dirigentes o irmão do prefeito Sabino e o deputado estadual Neilton Diógenes já recebeu mais de R$ 1 milhão dos cofres públicos, o que representa mais de R$ 200 mil por mês em repasses diretos.
O mais alarmante é que o orçamento anual da Secretaria Municipal de Esportes é de R$ 549 mil — valor que já foi duplicado só para bancar a equipe ligada à família do prefeito. Se mantido esse ritmo, até o fim do ano o grupo pode ultrapassar R$ 2,5 milhões recebidos.
Enquanto isso, faltam medicamentos, exames, transporte para pacientes e estrutura básica na saúde pública. Moradores relatam filas intermináveis e dificuldades para conseguir atendimento médico, enquanto a gestão municipal parece priorizar um projeto esportivo de interesse familiar.
A situação gerou indignação nas redes sociais e nas ruas. Muitos questionam onde estão os vereadores que deveriam fiscalizar os gastos do Executivo e cobram um posicionamento urgente do Ministério Público diante do que classificam como abuso de poder, desvio de finalidade e imoralidade com o dinheiro público.
Para a população, a realidade é clara: quem precisa dos serviços públicos está sendo deixado de lado, enquanto uma pequena elite política transforma o orçamento municipal em caixa particular. A crise exige respostas e providências imediatas.




Enquanto os animais de rua passam fome e sede são mortos prematuramente, e nenhuma resposta de ajuda do poder público, falo isso porque sou cuidador de animais de rua, já procurei o poder público pedindo ajuda pelo menos no básico e não obtive resposta, enquanto são gasto muito dinheiro em coisas supérflua, é uma pena, quem omite em ajudar um animal dando comida e água, um dia vai responder por isso diante de Nosso Pai Celestial, todos sem excessão, está no livro de Colossenses 3:25