
Os ataques criminosos que amedrontam o Rio Grande do Norte desde a madrugada de terça-feira 14 afetam a rotina da população e, consequentemente, o funcionamento do comércio na capital potiguar.
As investigações apontam que os crimes estão sendo ordenados por internos do sistema prisional e membros de facções, que estariam insatisfeitos com a falta de visitas.
Desde terça, o estado enfrenta ataques a prédios públicos. Diversos ônibus foram queimados e, com isso, os veículos que compõem a frota do transporte público têm sido recolhido – deixando os trabalhadores abandonados nas paradas.
A situação deixa empresários e funcionários aflitos. Nos últimos dias, o comércio do Alecrim e da Cidade Alta fecharam mais cedo. Na manhã desta quinta-feira 16, os estabelecimentos no Alecrim estavam fechados.
Os comerciantes abordados pela reportagem informaram que seguem de mãos atadas, e que evitam entrevistas por medo de represálias e ataques.
Agora RN




O Xerife deveria abrir espaço para o povo expor opinião.
Não está faltando policiais. O que falta e comando. Tem PC e PM em casa, dando meio expediente, administrativo nos quartéis e degepol. Fazer acreditar q TD efetivo está na rua é mentira. O problema que o pessoal não trabalha: falta equipamentos, viaturas