
O projeto recebeu uma emenda na Câmara dos Deputados que estabelecia a isenção de taxa de execução pública de obras musicais nos eventos de caráter filantrópico, de utilidade pública com natureza beneficente ou de caráter religioso. Por isso, o texto precisou retornar ao Senado para última análise.
Os senadores, no entanto, rejeitaram a alteração feita pelos deputados e retomaram o texto aprovado por eles anteriormente. Pelo projeto aprovado, o Ecad passa a ser fiscalizado por um órgão específico e terá de prestar informações precisas sobre a distribuição dos recursos. Ele também estabelece a redução da atual taxa administrativa cobrada pelo escritório de 25% para 15%, garantindo que os autores recebam 85% de tudo o que for arrecadado pelo uso das obras artísticas.
Outra mudança que o projeto faz é em relação aos créditos retidos quando o Ecad não identifica os autores da obra. Pelo texto, essas arrecadações só podem ficar retidas durante cinco anos e, depois, precisam ser distribuídas proporcionalmente aos detentores de direitos. A mudança evita que o dinheiro seja usado para equilíbrio de finanças ou pagamento de prêmios, por exemplo.




a globo tem um rombo de um bi e meio de dívida com ecad,por isso que ala faz pólitica tentando arrumar um padrinho no PSDB.