
O professor Alexandre Antônio de Oliveira Tavares, 46, é o típico caso de profissional da educação básica que é obrigado a lecionar em mais de uma escola, em três turnos diários, para sobreviver. A Informação é do Novo Jornal. Docente das séries iniciais (ensino básico), Alexandre Antônio de Oliveira Tavares há 20 anos se dedica à educação. Formado em pedagogia, começou a carreira estudando e trabalhando ao mesmo tempo na rede estadual de ensino. “É uma loucura”, define ele, que tem três vínculos de trabalho.
Vinte e quatro horas é um período curto para o dia do professor. De manhã ele sai de casa em Candelária, na Zona Sul, dá aulas na Escola Joaquim Osório, no Alecrim (Zona Leste); à tarde vai para a Escola Municipal São Francisco de Assis, em Lagoa Nova (Zona Oeste); e à noite termina em uma escola estadual e em faculdades particulares. Neste último caso, a jornada se estende até o final de semana, conta ele, assumidamente um arrimo de família.



Isso acontece porque os políticos não investem na Educação. A Constituição diz que o governo é obrigado a investir 25% da arrecadação em educação, porém isso não é feito em nenhum município. Se vc pega um município com coeficiente 0.6 que arrecada cerca de 600,000,00/mês. Mais de 20% desse valor está destinado a pagar salários de Prefeito, Vice Prefeito, Secretários Municipais, diárias de mentirinha, babões e puxa sacos de plantão. Tem prefeito que administra uma birosca de município de recebe salário superior a 15.000,00. Isso é uma vergonha meu caro blogueiro. O povo precisa saber disso e muita gente não tem ideia da lambança que é feito com o dinheiro público.
Pura verdade… O professor trabalha esses três turno porque de certa forma é obrigado, pois passa 4 a 5 anos dentro de uma universidade e quando começa atuar na área, seu salário não passa de dois mil reais, o que é uma vergonha, pois de todos os profissionais com nível superior o professor é o que ganha menos. Fico indignada. Agora vá pra frente Brasil, com uma situçao dessa! É vergonhoso!