
“A unidade de suporte avançado para atender casos graves que necessitem de UTI continuará na promessa. O hospital regional que servirá de suporte e porta de entrada para atender os pacientes do SAMU continua desmontado, sem estrutura, sem equipamentos, sem insumos básicos, com financiamento insuficiente e sem uma UTI com os padrões exigidos pela legislação. Considero o SAMU um serviço essencial e uma conquista da cidadania caicoense e seridoense, porém, lamento que o serviço tenha inicialmente uma resolutividade parcial”, comentou o dirigente.
