
Os direitos de venda de ingressos corporativos para a Copa foram obtidos pelo Grupo Águia, de Wagner, e a Traffic, por US$ 45 milhões. A agência de viagens de Wagner Abraão, velho parceiro de Ricardo Teixeira, é que organiza as viagens da seleção e pacotes para Copa.
Em 2011, a CPI do Futebol já acusava a agência de Abraão de suposto superfaturamento de preços de hotéis e passagens da seleção. A Polícia do DF vem puxando o fio do novelo ao investigar o patrocínio de R$ 9 milhões no jogo Brasil x Portugal, em 2008, em Brasília.
Do Cláudio Humberto




Xerife,
Esse cidadão há muito já deveria ter saído da Presidência da CBF.
Está se falando um alterar o Estatuto da CBF para impedir a perpetuação no comando da entidade, cois sque é muito salutar.
A imprensa tem um poder danado. Assim, vocês da imprensa deveriam sempre cobrar isso das autoridades.
O Futebol Brasileiro e o Brasil todo agradecerá.