Política

Partido Liberal projeta eleição de até oito deputados com piso de 35 mil votos no Rio Grande do Norte

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O Partido Liberal consolidou uma estratégia ambiciosa para as próximas eleições no Rio Grande do Norte, projetando conquistar até oito vagas na Assembleia Legislativa. A definição sobre a robustez da nominata, discutida internamente até 10 de julho de 2026, reflete a tentativa da sigla em ampliar sua influência parlamentar, elevando a competitividade interna a níveis sem precedentes.

A preocupação central entre os pré-candidatos reside na elevação do piso eleitoral. A estimativa atual indica que será necessário ultrapassar a marca de 35 mil votos para que um postulante tenha chances reais de ocupar uma das cadeiras. Este cenário impacta diretamente a dignidade do processo democrático, pois, mesmo com votações expressivas, a rigidez da matemática eleitoral impõe o risco de candidatos bem votados ficarem fora da Assembleia Legislativa devido à distribuição das vagas.

A legenda conta com sete deputados estaduais em exercício que buscam a reeleição: Gustavo Carvalho, Coronel Azevedo, Adjuto Dias, Terezinha Maia, Tomba Farias, Luiz Eduardo e Doutor Kerginaldo. A este grupo, somam-se nomes de peso como Jorge do Rosário, Getúlio Rego, Anne Lagartixa e Camila Araújo, que intensificam a disputa pelas vagas remanescentes. Embora o cenário otimista preveja a conquista de oito cadeiras, o partido trabalha com a possibilidade de alcançar este número através do sistema de sobras.

A disputa é definitiva quanto à estrutura da chapa, embora o resultado final dependa estritamente da decisão das urnas. O desafio logístico e político para o Partido Liberal é o limite físico do parlamento, que permanece com 24 cadeiras, forçando um embate constante entre os próprios correligionários pela preferência do eleitorado potiguar.

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