
Ressaltando a humildade do pontífice, a editora executiva da revista, Nancy Gibbs, disse que, em menos de um ano, o papa Francisco “fez algo notável: não mudou as palavras, mas mudou a música”. Ela enfatizou que ele ataca “a idolatria do dinheiro” e propõe alterações concretas: ordena uma investigação às finanças internas do Vaticano, recusa viver no palácio, optando por um “hotel poupado”, substitui “o Mercedes papal por um Ford Focus usado”, deixa de lado os sapatos vermelhos e a cruz dourada em volta do pescoço.

