
Ontem, o padre conversou com bispos da Cúria da Igreja em Brasília, recusou oferta de férias prolongadas na Europa, mas aceitou vigilância, de perto, do BOPE do DF, mas sem escolta.
“Eles estarão o bairro, por perto, e vigilantes. Se eu acionar, aparecem”, diz o padre à Coluna Esplanada. “Prefiro morrer com a verdade a viver com a mentira”.




As ameaças não começaram agora. Em 28 de janeiro de 2016 o sacerdote já havia recebido mensagem via WhatsApp com conteúdo intimidador e, durante uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, na Câmara dos Deputados, em 11 de novembro de 2015, Padre Pedro Stepien indicava que isto estava ocorrendo.
Fizemos uma publicação sobre o assunto.
http://www.simsoucatolico.com.br/2016/02/padre-pedro-stepien-e-ameacado-por-milicianos-do-rio.html