Ex-candidato a deputado federal Abraão Lincoln voltou às manchetes e, mais uma vez, de forma negativa:
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) manteve a sua condenação pela prática de caixa 2 nas eleições de 2014, ao rejeitar, por unanimidade, um recurso de sua defesa.
Essa condenação, a bem da verdade, é algo de pouca relevância na sua ficha corrida.
Há pouco tempo, ele foi preso ao prestar depoimento na CPMI do INSS. Abraão é um dos investigados no esquema criminoso que roubou dinheiro dos velhinhos da Previdência Social, estimado pela Polícia Federal em mais de R$ 6 bilhões acumulados entre 2019 e 2024.
Segundo as investigações, o político usou a Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA), da qual é presidente.
Antes, em 2015, Abraão foi preso no âmbito da Operação Enredados, ficando custodiado no Presídio Central de Porto Alegre. Ele foi acusado de participação em um esquema de venda ilegal de permissões para pesca industrial.
Na época, a executiva nacional do Partido Republicano Brasileiro (PRB) o afastou do cargo de presidente da legenda no RN, mas ele acabou retomando as rédeas do Republicanos potiguar.
Recentemente, o político ficha suja negociou o Republicanos com o pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil), que colocou na presidência estadual do partido o prefeito de Mossoró, Marcos Bezerra, com a companhia de um filho de Abraão na vice-presidência.
Abraão e Allyson se abraçaram politicamente, acreditando que o cidadão potiguar não está nem aí para as atividades, digamos, nada republicanas do líder dos Republicanos.
Será?
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