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O Chico Mineiro manda mesmo na Unimed Natal?

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“Sereno”, aparentemente calmo, equilibrado e cooperativo. No RN esse perfil muitas vezes é interpretado como de uma pessoa sonsa.

O cidadão mineiro da Unimed Natal, segundo vários relatos colhidos nos últimos dias, dentro e fora da Unimed Natal, tem sido o responsável pela maior campanha de perseguição ao mercado e, segundo pessoas próximas, com a concordância da diretoria.

Partem de Chico Mineiro as estratégias pesadas, antes nunca praticadas pela cooperativa. Segundo uma de nossas fontes com proximidade, a ordem é estabelecer o caos no mercado, com um objetivo definido que só eles sabem qual é.

É proibida a política do entendimento e da conciliação.

A diretoria administrativa, por meio de seu presidente, é usada como verdadeiro fantoche, exercendo um papel meramente decorativo.

Com esse seu jeito mineiro, Chico hoje é quem realmente manda na Unimed Natal.

As suas decisões têm gerado muitos desgastes e prejuízos para a Unimed. E, para o futuro, a perspectiva é a pior possível.

Essa conta chegará para o cooperado.

As informações que chegaram sobre Chico, da Unimed, mostram que ele é um grande conhecido da Justiça mineira. Veja:

Francisco Antônio Tavares Júnior é um profissional de longa trajetória que, embora apresente um currículo formalmente qualificado, revela contornos relevantes de questionamento no âmbito judicial. Trata-se de figura central em inquéritos conduzidos pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais, que deram origem a duas ações civis públicas em curso.

Na Ação Civil Pública nº 5031692-56.2019.8.13.0024, ele responde por supostos atos de improbidade administrativa relacionados a um dano ao erário estimado em aproximadamente R$ 20 milhões. Inclui-se, entre as alegações, a alteração substancial de relatórios de auditoria, com impacto na aprovação de contas de convênio público.

Já na Ação Civil Pública nº 5187025-98.2019.8.13.0024, ele é réu em demanda de ressarcimento ao erário no valor aproximado de R$ 13,5 milhões. A ação decorre de irregularidades na execução de convênio e na aquisição de equipamentos hospitalares.

No curso das investigações e do processo judicial, ele chegou a ter bens tornados indisponíveis por decisão da Justiça.

Os processos permanecem em andamento e, até o momento, as teses defensivas obtiveram êxito predominantemente em aspectos processuais, como prescrição ou vícios formais. Não há decisão definitiva que afaste, no mérito, as condutas apontadas pelo Ministério Público, especialmente quanto à alegada interferência em relatórios de auditoria.

Portanto, FRANCISCO TAVARES, o CHICO, é um agente que atualmente ocupa a posição formal de réu em demandas relevantes, envolvendo alegado dano milionário ao erário público mineiro.

E, ao mesmo tempo, comanda a Unimed.

Diante desse cenário, surgem dúvidas entre os cooperados: é adequado que uma pessoa que responde a processos judiciais relevantes ocupe uma posição de influência em uma cooperativa com orçamento de aproximadamente R$ 1,5 bilhão? Como essas circunstâncias podem afetar a percepção de credibilidade das informações apresentadas aos cooperados, especialmente em um momento próximo às assembleias decisórias?

Essas reflexões ganham relevância, sobretudo, quando há, nos processos em curso, alegações relacionadas a práticas que envolvem relatórios e auditorias, ainda que pendentes de julgamento definitivo.

BG

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