MPF volta a pedir prisão da mulher de Sérgio Cabral

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O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro recorreu ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região para pedir a prisão temporária de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). Os procuradores da Operação Calicute já haviam pedido a prisão da advogada, mas o juiz Marcelo Bretas optou pela condução coercitiva.

Ex-primeira-dama do Rio, a advogada Adriana Ancelmo é acusada de usar seu escritório de advocacia para receber propina de empresas que tinham contratos com o governo do Estado. Dos dez maiores contratos do escritório Ancelmo Advogados, nos últimos oito anos (2008-2015), sete foram celebrados com empresas que receberam no mesmo período benefícios fiscais do governo fluminense.

Cerca de R$ 27,33 milhões derivam dos sete contratos com empresas contempladas, que, juntas, receberam quase R$ 4 bilhões em isenções. Ao todo, o governo de Cabral concedeu cerca de R$ 140 bilhões em benefícios fiscais.

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