
Nos últimos dias, algumas faíscas – ainda de baixa voltagem – tornaram aparente o curto nesse sistema conjunto de trabalho, até então harmonioso: as falas contraditórias do procurador Athayde Ribeiro Costa e do delegado Igor Romário de Paula, sobre cortes de verbas e de pessoal na PF em Curitiba, em entrevista à imprensa na última fase da Lava Jato (que prendeu o ex-presidente da Petrobrás e do Banco do Brasil Aldemir Bendine), a redução no ritmo de operações (42 até aqui) e os relatórios de delegados com críticas à falta de provas e de acesso às delações feitas pelo Ministério Público.



