
Ele foi várias vezes aplaudido, principalmente quando assumiu o compromisso de que, uma vez presidente da Casa, vai acabar com o desgastante processo de liberação das emendas. “O Orçamento já era para ser impositivo há muito tempo”, afirmou.
Reagindo às acusações de fisiologismo, Alves disse: “Emenda não é concessão do governo. É direito nosso. Um deputado não é só para votar leis. Ele também é interlocutor de suas bases eleitorais”.

