
Ao analisar a situação, Garibaldi Alves fala com naturalidade, mas observa: “Só tenho que ter cuidado de não chamá-lo de Gueiri (apelido como trata o filho). Ele é um homem de um milhão de votos e precisa de mais solenidade no trato. No Senado não vou tratar como pai, mas vou como colega parlamentar”, disse.
Ele afirma que irá para o Congresso com uma preocupação focada na agropecuária. “É uma preocupação no Nordeste, sobretudo no Rio Grande do Norte. Esse ano, o rebanho de gado está ameaçado porque as usinas estão dando outro uso para cana. Como tratar o gado que está com fome? Ração e torta de algodão encarece ainda mais o gado”, afirmou Garibaldi Alves.
Ele defendeu que o governo federal ofereça medidas de incentivo a importação de milho. “O milho é uma boa ração e deve ser oferecido por um preço razoável. Só assim poderemos salvar os criadores”, ressaltou.



ESSES DOIS AI VÃO TRAZER MUITAS EMENDAS PARA O RIO GRANDE DO NORTE…
Pelas Caridades, dois caducos no Senado, só que faltava nesse Brasil, vão só dormir nas seções e ganhar dindin..
Ô povo guloso ,esses alves,esse veinho vai ter que tomar gerovital.catuaba;.;;
Todos que falam mal de Garibaldi são derrotados, inveja mata. Apenas quero dizer que Garibaldi – pai é o primeiro suplente de senador, basta né? se Garibaldi-pai renunciar é uma prerrogativa dele, somente dele. Quem não gostaria de ser senador assim? a suplente Ivonete com muito respeito, merece, nem se quer apoiou o filho de Garibaldi pra deputado ou um candidato do partido dela(PMDB), falam nisso também?
Senado e senil são palavras de origem comum e bem aplicadas à essa dupla do atraso. Rio Grande das Oligarquias eternas. Imaginem o pai fazendo um discurso, espirrando e se cagando todo na tribuna. Num vou perder uma sessão na tv senado. Aff!