Para viabilizar o desvio de dinheiro público, o suposto esquema da Prefeitura de Mossoró, investigado pela Operação Mederi, utilizava o código “papel cagado”. Segundo a Polícia Federal, o termo se refere ao faturamento de notas fiscais sem a entrega efetiva dos medicamentos. De acordo com a investigação, esse mecanismo permitiria que recursos públicos fossem desviados e retornassem aos envolvidos por meio de supostas propinas.
“Papel cagado” se refere a algo fake. A uma nota fiscal sem a entrega dos medicamentos ou, se me permitem ampliar o raciocínio, a uma pesquisa que entrega o papel, mas não a informação verdadeira.
A campanha de Allyson tentou descredibilizar a pesquisa da Veritá que mostrou Álvaro Dias em primeiro lugar e vencendo em todos os cenários. E mais: mostrou Allyson em 3º lugar. Tendência de queda?
A indústria das fake news e da boataria tentou confundir as pessoas, dizendo que a pesquisa havia sido suspensa pelo TRE. Não foi, não foi! O leitor pode acessar o site do TSE e consultar o registro da pesquisa (RN-06276/2026) para verificar que ela está válida.
Essa atitude demonstrou desespero. A campanha de Allyson acusou o golpe porque sabe, por exemplo, que a Veritá teve um acerto impressionante nas eleições para prefeito. Vale a pena lembrar:
— Paulinho Freire teve 55,34% dos votos (a Veritá apontou 55,5% antes da votação).
— Natalia Bonavides teve 44,66% dos votos (a Veritá apontou 44,4% antes da votação).
A pesquisa da Veritá cumpriu seu papel. Um papel limpo. Mas há quem não goste.




