Estabeleceu-se entre Dilma Rousseff e os partidos que a apoiam no Congresso uma atmosfera de mesa de pôquer.
A presidente decidiu jogar o peso de sua autoridade no pano verde das incertezas legislativas. Nega-se a entegar R$ 4 bilhões “exigidos” pelos aliados.
Os líderes governistas na Câmara, à frente Henrique Eduardo Alves (PMDB), arrastaram sua fichas: sem as verbas, as votações vão desandar.
Informada da ameaça, Dilma dobrou a aposta. Disse que não prorrogará o decreto que cancela nesta quinta (30) as emendas reivindicadas pelos parlamentares.
Numa conversa privada com dois auxiliares, Dilma soou assim: “Se acham que vão me dobrar na base da chantagem, estão enganados”.
A “chantagem” foi levada a Dilma pela ministra Ideli Salvatti (Coordenação Política).




Cuidado Dona DILMA pra não ser o próximo Collor de Mello….Quando eles querem derrubar um, derruba meeeeesssmo!!!!
Presidenta,
Foi para isso que votamos na Senhora. E por favor, segure a barra, não volte atrás.
Negociar em benefício da nação é típico dos regimes democráticos, ceder a pressões de grupos, que defendem seus próprios interesses, não.
Não ceda, Presidenta Dilma, que a nação ficará ao seu lado.
CHEGA DE FISIOLOGISMO.
Esse Henriquinho é um cara de pau.
O Primo Ministro, Presidenta, é pior. Nao se engane.