
Dilma ainda não gravou o pronunciamento que vai ao ar no Dia da Pátria, mas o assunto já foi tratado com um seleto grupo de ministros.
O foco será a economia. A ideia é mostrar que o País, sob Dilma, está mais forte que em 2008, quando a crise financeira iniciada nos EUA se espalhou pelo mundo, pois hoje tem reservas internacionais na casa dos US$ 350 bilhões. Além disso, argumenta a presidente, o Brasil tem bancos sólidos e depósitos compulsórios suficientes para fazer frente a qualquer problema de crédito.
Na tentativa de dissipar as incertezas provocadas por sucessivas quedas nas bolsas, Dilma vai insistir no argumento usado nos últimos dias: o de que o País seguirá com sua trajetória de crescimento, distribuição de renda, geração de emprego e fortalecimento da indústria. Apesar do ajuste fiscal de R$ 50 bilhões, o Palácio do Planalto faz de tudo para afastar o temor de um novo pacote com medidas recessivas.


