
Os dois candidatos tiveram um surto de religiosidade logo após o fim do primeiro turno, e de ateus convictos, passaram a ser católicos fervorosos de olho no chamado voto religioso.
Serra, inclusive, participaria das exibições do grupo Negros do Rosário – uma dança tribal com espontões e coreografia própria – enquanto Dilma iria integrar o coral da Igreja hoje, durante a celebração da última novena.
Extraoficialmente, há informações dando conta de que a assessoria de Dilma temia que ela fosse flagrada em estado de mutismo durante o Pai Nosso ou, na hora de fazer o sinal da cruz, usar a mão esquerda ao invés de usar a mão direita, o que poderia causar enorme constrangimento.
Já os militantes pró-Dilma espalham que Serra teve medo de vir à procissão, temendo novos atentados com bolinhas de papel durante o cortejo.
“Com uma cabeça daquele tamanho, é praticamente impossível errar o tiro, mesmo com uma bolinha de papel. É um alvo móvel“, comentou o jornalista e escritor Orlando Caboré Rodrigues, conhecido pela verve e militância dilmista.
Deu no blog Bar de Ferreirinha – Tirando um sarro com os candidatos.


E Paulo Preto não estava sendo esperado?