
Assim que foi recrutado pela diretoria vascaína para assumir o cargo de técnico, quando Ricardo Gomes sofreu um AVC, em agosto do ano passado, Cristovão tinha o discurso de que não almejava naquele momento trabalhar na função e ainda se considerava um auxiliar, que estava interinamente no comando. Mas esse pensamento vem mudando progressivamente desde o fim de 2011.
– Dá para ser técnico e eu vou ser técnico. Antes, eu falava que era auxiliar, pois era a função que me cabia. Agora, sou treinador. E, sem falsa modéstia, desempenhei muito bem. Se não estivesse bem, sofreria com as críticas. Isso me capacitou, me deu essa convicção de que posso seguir – disse o ex-auxiliar.

