O Jornal The Wall Street Journal divulgou o nome e a foto da camareira do hotel Sofitel, em Nova York, que teris sido supostamente atacada por Dominique Strauss-Khan, no último fim de semana. Ophelia Famotidina tem 32 anos, trabalha no hotel há três, é mulçumana e saiu da Guiné para trabalhar nos Estados Unidos. Ophelia é mãe solteira de uma filha, com quem mora no bairro do Bronx. Strauss-Khan, que é agora ex-diretor do FMI, será libertado da prisão na Ilha Rikers, nesta sexta (20) após pagar fiança de US$1 milhão e garantia de US$ 5 milhões pelo crime de agressão sexual.
Notas




lá a lêi funciona,que diga o bispo da renascer.
Pelo menos não era um tribufú, arrumada toda.
Dona Ophelia,armou e se deu muito bem,essa é mala!!
“Conheça a camareira que o chefão do FMI queria comer”
Acho que o Sr. Robson deveria usar melhor a língua portuguesa, inclusive evitando termos chulos como “comer”. Os leitores agradecem.
O vontade e desejo CARO da PORRA!
Será que tem ouro ou é diferente uma lenhada com uma camareira e mulçumana? ou é o bem que os Americanos tem aos mulçumanos? A Cara otario com uma grana dessa vindo aqui no Brasil ele fazia uma salada de Frutas com direito a leite condensado e tudo.Mas que agora ela vai ficar famosa isso vai! É muito BURRO mesmo era apenas um cochicho em seus ouvidos, duvido que ela aguentasse a essa tentação $$$$$$.
Xerife,
De cara vale a pena a investida. Tem um bonito rosto e labios sensuais que….
Mas veja se consegue uma foto de corpo inteiro.
Dona comentarista não se ofenda com os termos do xerife, na verdade comer é um eufemismo usado de maneira errada, pois a mulher é que come o homem!
Esse chefe do FMI é um tarado, pois eu não levantava para uma mulher dessa nem com viagra!
Se fosse aqui no Brasil, estaria presos os policiais que o prenderam, o juíz que não deu o habeas copus e a vítima do abuso.
Com todo respeito, mas desse tipo aí à 50,00, no alecrim tem de ruma. Ou veião burro.
ô nêga feia… e ainda com esse cabelo estirado na marra e pintado de loiro?
nem me pagando…
O FBI armou para o FMI