
Em meio à arguição, a atual ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) se declarou impedida de expressar opinião sobre ações em julgamento no STF — atitude criticada por Pedro Taques (PDT-MT) e Aloysio Nunes (PSDB-SP).
— Lamento o fato de não poder saber como o sabatinado vai encarar questões delicadas e que serão definidas pela corte que vai integrar — desabafou Aloysio Nunes.
Rosa Weber justificou a recusa com base na Lei Orgânica da Magistratura, que a impediria de adiantar posição sobre processos que terá de julgar.



