Notas

Bastava Rogério e Allyson cederem da “vaidade” para Álvaro ser o nome natural

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A hora e a vez de Álvaro Dias é agora. O ex-prefeito de Natal tem em mãos um capital político raro: uma gestão aprovada pela população da capital, com obras relevantes e reconhecimento até de adversários. Ignorar esse momento seria cometer um verdadeiro suicídio político.

Se ficar sem mandato após 2024, Álvaro corre um risco enorme: cair no esquecimento político, fora da máquina e sem espaço na mídia. Diferente de seus concorrentes pela direita, que têm outras cartas na manga. O senador Rogério Marinho, por exemplo, mesmo se perder a disputa pelo Governo do Estado, continuará no Senado até 2030. Alysson Bezerra, caso não avance para uma candidatura estadual, teve a reeleição em Mossoró e a promessa pública de concluir o mandato.

A verdade nua e crua é que todos os pré-candidatos da oposição carregam consigo ambições e vaidades. Nenhum deles está disposto a ceder espaço — mesmo que a construção de uma candidatura única pudesse favorecer uma vitória sobre a base governista. Álvaro é o único que entra nesse debate sem mandato garantido, e por isso mesmo, não pode hesitar.

A sua candidatura não é apenas legítima — é urgente e necessária para a sobrevivência do seu projeto político. Ficar à margem, esperando composições que talvez nunca venham, seria abdicar da força que ainda tem. E isso, em política, costuma ser fatal.

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