Os jogos on-line no Brasil, cuja regulamentação parcial está em estudo no Ministério da Fazenda, têm potencial para movimentar R$ 6,7 bilhões por ano, o que faria do Brasil o terceiro maior mercado, atrás de Reino Unido e Japão.
Estudo da KPMG e da entidade do setor RGA (Remote Gambling Association) mostra ainda que a receita tributária com a legalização de apostas esportivas, cassino, pôquer e bingo pela internet alcançaria R$ 1,3 bilhão ao ano.
Cálculos da Fazenda mostram que essa arrecadação poderia dobrar se os jogos de azar em geral, incluindo a versão “física” das apostas, fossem legalizados.
Por enquanto, a Secretaria de Acompanhamento Econômico da pasta estuda enviar um projeto de lei regulamentando somente as apostas de cotas-fixas (conhecidas como “sport betting”), em que os jogadores palpitam sobre eventos futuros, como esportes ou resultados de eleições.





Isso só no primeiro ano da legalização né? Porque depois dos primeiros anos o Brasil ia conseguir arrecadar muito mais com os cassinos! E pensar que esse dinheiro podia estar sendo usado na saúde, educação e segurança… Os cassinos têm que ser legalizados logo para podermos começar a usufruir dos benefícios que isso trará para todos!
As pessoas sempre têm a necessidade e o desejo de jogar. Alguém gosta do jogo, alguém é apenas divertido. A importância do jogo é grande, e isso leva à acessibilidade. Tentar banir os cassinos é como tentar banir o álcool. Ninguém vai parar de beber, haverá um mercado para o álcool ilegal.