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Allyson é investigado e campanha reúne aliados com histórico de prisões e de processos e investigações

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A pré-campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte tem sido acompanhada por questionamentos de adversários em razão de investigações e do histórico judicial envolvendo alguns de seus apoiadores.

O próprio Allyson é investigado pela Polícia Federal na Operação Mederi, que apura supostas irregularidades em contratos da saúde pública durante sua gestão em Mossoró. Até o momento, não houve denúncia nem condenação, e o ex-prefeito afirma que é inocente e que as acusações serão esclarecidas no curso da investigação.

Entre os apoiadores políticos de Allyson está Abraão Lincoln, citado nas investigações relacionadas ao esquema de descontos indevidos no INSS e que ganhou projeção nacional durante a CPMI do caso. E que foi preso.

Outro aliado é o ex-deputado Henrique Eduardo Alves, que já foi preso preventivamente em investigações da Operação Manus. Posteriormente, a prisão foi revogada, e ele responde aos processos dentro do devido trâmite judicial.

Esse conjunto de episódios tem sido explorado por adversários no debate eleitoral, que procuram associar a candidatura de Allyson a personagens envolvidos em investigações ou processos. Por outro lado, os apoiadores do ex-prefeito ressaltam que investigações e prisões cautelares não equivalem a condenações e defendem que cada caso deve ser apreciado pela Justiça de forma individual.

Também são mencionado no debate político mais três nomes famosos ambos com histórico de envolvimento em episódios policiais amplamente divulgados à época. O tema sobre estes últimos deverá ser explorado por adversários durante a campanha como argumento político. Basta começar a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV e o assunto irá explodir.

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