Na pré-campanha deste ano, criatividade não está faltando. O problema, para alguns observadores, é quando o marketing ultrapassa o discurso político e começa a lembrar personagens de filmes ou séries de super-heróis.
Nas redes sociais, há candidato como Allyson Bezerra apostando em figurinos, poses e efeitos que mais parecem cenas da Liga da Justiça ou dos Power Rangers do que uma apresentação de propostas ao eleitor. A estratégia até chama atenção, mas também rende ironias e questionamentos sobre o excesso de “lacração” na campanha.
No fim das contas, o eleitor vai decidir se prefere espetáculo ou conteúdo. Afinal, voto se conquista com propostas e credibilidade, não com fantasia de herói.


