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A energia que falta para Fátima: Possível entrada de R$ 2 bilhões pode dar fôlego à base governista em 2026

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Se os cerca de R$ 2 bilhões referentes à renovação da concessão da antiga COSERN, hoje operada pela Neoenergia, realmente entrarem nos cofres do Governo do Estado, o cenário político potiguar pode ganhar um novo desenho. Embora ainda seja apenas uma possibilidade, essa quantia vultosa tem potencial para se transformar em verdadeira munição política e administrativa para a base governista, especialmente com a proximidade das eleições de 2026.

Com recursos em caixa, o governo poderá reforçar investimentos, melhorar serviços e tentar reverter o desgaste da gestão Fátima Bezerra, que hoje enfrenta altos índices de desaprovação. Nesse contexto, a oposição — que já se encontra bastante fragmentada — pode acabar perdendo força, mesmo com nomes de peso no jogo.

A oposição conta com protagonistas como José Agripino Maia, o prefeito de Mossoró Alysson Bezerra, o senador Styvenson Valentim, o também senador Rogério Marinho, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias e o prefeito da capital Paulinho Freire. O problema é que, até o momento, nenhum deles rema na mesma direção. Há disputas internas, desconfianças mútuas e estratégias divergentes — um prato cheio para a base governista, caso consiga se organizar e, principalmente, contar com o reforço financeiro da concessão.

Por enquanto, tudo gira em torno de uma possibilidade. Mas, se confirmada, essa verba poderá mudar o ritmo da disputa e colocar a situação de volta ao jogo com força.

1 comentário em "A energia que falta para Fátima: Possível entrada de R$ 2 bilhões pode dar fôlego à base governista em 2026"

    José Augusto
    07/04/2025 às 17:06

    Doida pra estourar na campanha

    905059

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