O Ministério Público Federal em São Paulo e a organização não-governamental Safernet identificaram mais de 6 mil sites com vídeos e imagens de estupro de crianças e adolescentes no período de fevereiro de 2017 até o mês passado. As páginas criminosas foram descobertas por meio de denúncias de internautas.
Segundo a Safernet, quando descobertos, 62% desses sites são removidos em menos de 72 horas. No entanto, a velocidade da internet atrapalha o combate ao crime. “A internet é dinâmica. O site que está no ar agora pode ser removido na sequência. Como se trata de organizações criminosas, às vezes, o site volta ao ar hospedado em outro provedor, em outro país”, disse o diretor e fundador da ONG, Thiago Tavares.



