
Questionado sobre a proposta de repasse dos recursos do Judiciário ao Executivo para pagamento de pessoal, o presidente eleito disse que os recursos do Judiciário não são oriundos somente da Fonte 100 (Estado), mas de longos anos de economia. “O Tribunal fez o seu dever de casa”, enfatizou. Mesmo assim, reconheceu a grave crise financeira por que passa o Rio Grande do Norte e lamentou a falta de apoio do Governo Federal para amenizá-la.
O desembargador, com 36 anos de Magistratura, afirmou que fará um trabalho de valorização dos juízes de primeiro grau e do servidor do TJRN, agradecendo a escolha unânime do Pleno. Expedito Ferreira destacou que haverá uma transição tranquila com a atual administração e que fará um trabalho cada vez maior de aproximação do Judiciário com a sociedade.



