Mossoró regrediu em políticas sociais durante a gestão do ex-prefeito Allyson Bezerra (União Brasil).
Áreas vitais sofreram a falta de investimentos e praticamente deixaram de oferecer boa assistência à população.
Antes de renunciar ao mandato para ser candidato a governador, em março deste ano, o ex-prefeito colocou as suas digitais no retrocesso na assistência social e na educação.
Relatórios técnicos e auditorias realizadas entre 2025 e 2026 confirmam falhas graves principalmente no atendimento à pessoa idosa e à criança.
Por consequência, Mossoró recuou cinco posições no Índice de Progresso Social (IPS), despencando da 73ª para 78% colocação entre os 167 municípios do Rio Grande do Norte.
A cidade pontuou 59,94, bem atrás, por exemplo, de Natal que registrou 66,82 e do município Santana do Seridó, líder do ranking, com 68,24.
O IPS aponta retrocessos em Mossoró na inclusão social, no acesso à educação e saneamento básico.
Antes, o Ministério Público do Estado (MPRN) já havia apresentado, em relatório, problemas graves na rede de assistência social e o colapso na rede de alta complexidade.
Um conjunto de problemas como ineficiência no atendimento, sobrecarga na assistência social, déficit de vagas em creches, demanda reprimida por atendimento psicológico e psicopedagógico, especialmente entre crianças, dentre outras mazelas que assolam a cidade.
Esse é o caos que não aparece na mídia espetacular – e cara – de Allyson Bezerra, mas que está subindo à superfície por relatórios das instituições que fiscalizam a coisa pública.
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