O ex-senador José Agripino Maia anda sumido do cenário político potiguar. Desde que o senador Styvenson Valentim admitiu a possibilidade de se filiar ao União Brasil — partido que Agripino comanda no Rio Grande do Norte — o ex-senador praticamente tomou “chá de sumiço”, temendo perder espaço e o controle da legenda.
O silêncio de Agripino também chama atenção diante da pré-candidatura do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, seu afilhado político, que vinha sendo incentivada pelo ex-senador para a disputa ao Governo do Estado. A movimentação contraria os interesses de Styvenson, que já se coloca como nome da oposição para 2026.
Sem mandato e diante da força crescente de Styvenson, que tem cadeira no Senado, José Agripino passou a adotar uma postura de retração, lembrando a imagem da avestruz que esconde a cabeça no buraco diante do perigo. O risco de perder o comando do União Brasil no RN é hoje uma realidade no tabuleiro político, reflexo das posições contraditórias adotadas pelo ex-senador.




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