O Congresso Nacional viveu um dia de euforia política nesta quinta-feira, ao impor duas derrotas seguidas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em meio a um ambiente de comemoração entre parlamentares da oposição e setores independentes, votações consideradas estratégicas para o Planalto acabaram sendo rejeitadas, gerando forte repercussão nos bastidores de Brasília.
Entre os reveses, está a derrubada do projeto relacionado à dosimetria, tratado como prioridade pelo governo. A proposta não avançou e acabou sendo barrada no Congresso, evidenciando dificuldades na articulação política do Executivo dentro das duas Casas.
Outro ponto que ampliou o clima de “festa” foi o movimento que esfriou qualquer articulação para levar o advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. A possibilidade, que vinha sendo ventilada nos bastidores, perdeu força diante da resistência política, consolidando mais um revés para o Palácio do Planalto.
No meio das comemorações, quem também apareceu foi o senador Rogério Marinho, ao lado do senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro, que foi tratado por aliados como o nome forte para a disputa presidencial.
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