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Vaidades da oposição esfriam gesto de aproximação entre Rogério e Allyson

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Vaidades da oposição esfriam gesto de aproximação entre Rogério e Allyson

Quem acompanhou os bastidores políticos do Mossoró Cidade Junina neste fim de semana percebeu um sinal claro de que, apesar de dividirem o mesmo campo oposicionista ao Governo do Estado, os dois principais pré-candidatos da direita — o senador Rogério Marinho (PL) e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (PSD) — não demonstraram disposição para um gesto simbólico de unidade nem mesmo diante da presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Rogério, que acompanhou Bolsonaro em sua visita a Mossoró, chegou a ligar para Allyson, convidando-o a participar da agenda ao lado do ex-presidente, incluindo a visita às obras do Anel Viário 15 de Março. Allyson, no entanto, alegou compromissos prévios, o que não convenceu os interlocutores mais atentos: a principal agenda política do fim de semana era, sem dúvida, a presença de Bolsonaro na capital do Oeste.

Do outro lado, Allyson também fez seu gesto. Convidou tanto Rogério quanto Bolsonaro para o camarote institucional da Prefeitura no evento junino, mas não foi atendido. O distanciamento ficou evidente e expôs, mais uma vez, a falta de sintonia entre os dois nomes que deveriam, em tese, estar discutindo uma convergência no projeto oposicionista para 2026.

A recusa mútua de gestos protocolares entre Rogério e Allyson mostra que, por ora, o palanque da oposição no Rio Grande do Norte segue rachado — com vaidades e desconfianças se sobrepondo à articulação política.

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