Tiros foram disparados nas proximidades do terreno da Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos, neste sábado, 23. Autoridades policiais e de emergência foram ao local, informou o diretor do FBI, Kash Patel.
Ao menos duas pessoas ficaram feridas, incluindo um suspeito, segundo informações da rede norte-americana CBS News. O outro seria um pedestre.
A Fox News informou que o suspeito teria disparado três vezes, e em seguida teria sido atingido por agentes do serviço secreto. O atirador foi levado a um hospital, mas ainda não foi identificado, segundo a Reuters.
Jornalistas que trabalhavam no local neste sábado relataram ter ouvido uma sequência de tiros (estima-se de 15 a 30, segundo a CBS) por volta das 18 horas (horário local) e foram instruídos a buscar abrigo na sala de coletivas (press briefing room), onde agentes do Serviço Secreto dos EUA impediram a saída de qualquer pessoa.
Na rede social X, o Serviço Secreto afirmou estar “ciente de relatos de tiros disparados perto da Rua 17 com a Avenida Pennsylvania NW” — a um quarteirão da Casa Branca — e que está “trabalhando para confirmar as informações com as equipes em campo”.
Fontes ouvidas pela CBS News disseram que o suspeito abriu fogo contra uma cabine de segurança onde agentes do Serviço Secreto dos EUA estavam posicionados. Eles revidaram.
Selina Wang, repórter da ABC News que cobre o cotidiano político de Washington, estava no local e postou um vídeo do momento em que ouviu os tiros.
“Eu estava no meio de uma gravação de um vídeo no gramado norte da Casa Branca quando ouvimos os tiros. Soaram como dezenas de disparos de arma. Nos disseram para correr para a sala de imprensa”, escreveu Wang.
Em publicação nas redes sociais, o diretor do FBI, Kash Patel, confirmou que agentes respondiam aos disparos e disse que irá “atualizar o público assim que possível”.
O presidente Donald Trump estava dentro da Casa Branca no momento do incidente. O Departamento de Polícia Metropolitana não respondeu imediatamente aos pedidos de informação.
A Casa Branca é a sede do poder executivo norte-americano, considerada como a residência oficial do presidente dos Estados Unidos, e também o prédio de seu gabinete. Por conta disso, Trump costuma passar boa parte de seu tempo na região.
Por Estadão



