Não tenho procuração para defender o deputado estadual Tomba Faria e muito menos a prefeita de Santa Cruz, Fernanda Costa. O articulista Arnaldo Jabor vez por outra solta algumas besteiras em seus comentários. Ele é igual a Arnaldo Cezar Coelho ao comentar os jogos da seleção brasileira. Pra cada dez comentários, ele acerta um. Isso pode, Arnaldo?
Ora! A verba destinada para a construção do teleférico da imagem de Santa Rita de Cássia, em Santa Cruz, já estava prevista no orçamento geral da união antes de se imaginar se haveria ou não seca no Rio Grande do Norte. Se o dinheiro não fosse aplicado seria perdido.
O ministro do Turismo Henrique Alves, autor da emenda, não tem culpa e muito menos o senador Garibaldi Alves Filho, como Jabor falou. Vai te aquietar homem! Você – como eu – não é dono da verdade. Aliás, ninguém é.




Arnaldo Jabor mentiu? Não acho! Enquanto a seca castiga nossa região, o que se discute são teleféricos. “A santa foi construída antes de imaginar a seca”. Xerife, ninguém imagina nada, o que se faz é planejamento, coisa que o Brasil ainda não sabe o que significa. Ou a seca só começou em um período recente? O nome desse teleférico vai se chamar elefante branco 2, pois o elefante branco 1 todo mundo sabe onde mora: em Natal, em um estádio de futebol.
Vixe, será que Arnaldo Jabor, o insosso cineasta, falará mal do Teleférico de Avôhai, do Mercado Municipal ao cucurutu da serra, aqui em Brejo do Cruz. Brinque não, o visual do mirante da serra de Brejo dá pra ver os quilaros das cartas celestes, de São Bento, de Patos, da Barra de São Pedro, de São João do Sabuji, de Caicó, de Catolé do Rocha e de muitas localidades. Lumens, vinhos, pratos e a indispensável elegância.
Arnaldo Jabor fala o que o povo tem vontade de falar, o Brasil só vai de mal a pior, e da-lhe teleférico no povo.