
“Recebemos a informação de que Janilson teria discutido com Genisson em um bar, após o mesmo ter ido ao local para comprar um cigarro. Ao deixar o local, a vítima foi perseguida pelo suspeito, e assassinada com disparos de arma de fogo à queima-roupa. O suspeito ainda voltou ao bar para beber mesmo após o ocorrido. No dia do assassinato, Janilson foi preso por porte ilegal de arma de fogo”, detalha a delegada adjunta da DHPP, Taís Aires.
Após a realização de um teste balístico verificou-se que a arma apreendida com o suspeito, de calibre 38, teria sido a mesma utilizada no crime. Durante as investigações, Janilson se apresentou à polícia, alegando inocência, e afirmando que iria se mudar para a cidade de Pomerode, em Santa Catarina, com o objetivo de ‘tentar a vida’.



