
Foram confirmados dez casos de doença meningocócica, forma considerada mais grave, dos quais quatro casos foram a óbito. De acordo com Stella Leal, subcoordenadora de vigilância epidemiológica, apesar da ocorrência destes óbitos, esta situação não foi caracterizada como surto ou qualquer outro evento que possa representar perigo, pois esses registros encontram-se em número e comportamento semelhante ao observado em anos anteriores no Rio Grande do Norte.
Em 2013, de janeiro a dezembro, foram confirmados pela Sesap 96 casos de meningite, com treze óbitos. A subcoordenadora de vigilância epidemiológica lembra que, devido à meningite ser uma doença recorrente, a população tem sempre que estar atenta aos seus sintomas, que são febre, dor de cabeça intensa, náuseas, vômito, rigidez da nuca, prostração (moleza do corpo), confusão mental e, em alguns casos, delírio e coma.

