De acordo com fontes ligadas ao movimento grevista do Poder Judiciário, os servidores do TJRN podem suspender a paralização por dez dias, tendo em vista a licença do presidente da Corte, desembargador Cláudio Santos, para tratamento de saúde. Segundo os grevistas, haveria dificuldade de negociar sem a presença dele e com o parecer da Procuradoria Geral do Estado pela ilegalidade da paralisação, mas prometem ficar em “estado de greve”.


