
O sindicalismo que representa a corporação estima que a defasagem salarial é de mais de 30%. A paralisação ameaça serviços como a emissão de certidões negativas, o parcelamento de dívidas fiscais, a entrega de documentos por contribuintes que caíram na malha fina e a emissão de guias de recolhimento de tributos. Serão prejudicados também serviços como a inspeção alfandegária e a liberação de operações de exportação.


