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Seridoense Cláudio Santos preside sua última sessão no Tribunal Regional Eleitoral

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Na última sessão presidida pelo desembargador Cláudio Santos como presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN), nesta quinta-feira(28), os colegas de Corte destacaram os avanços registrados em sua administração, iniciada em 1º de setembro de 2006.

Cláudio agradeceu ao apoio dos demais juízes do Plenário e o empenho e competência dos servidores da sede e das zonas eleitorais, que não mediram esforços em prol do aperfeiçoamento da Justiça Eleitoral no Rio Grande do Norte.

A juíza Soledade Fernandes destacou que o desembargador Cláudio Santos honrou a região do Seridó. “Vossa Excelência contribuiu muito para elevar o nível dos julgados e à frente do Colégio de Presidentes de TREs, deixou seu nome registrado na história da Justiça Eleitoral na defesa da causa de que os homens públicos devem observar a probidade e a moralidade para o exercício de cargos públicos

3 comentários em "Seridoense Cláudio Santos preside sua última sessão no Tribunal Regional Eleitoral"

    Luiz Inácio
    28/08/2008 às 23:58

    Graças a Deus!!!!

    39404
    udak siarom
    29/08/2008 às 08:22

    quero aqui mostrar meu tamanho sentimento de felicidade por saber que um seridoense, vindo lá das bandas de Jardim do Seridó, filho de um pai que foi uma das principais importâncias políticas da região e que contribuiu enormemente para que Jardim tivesse cara de uma cidade decente no meio de uma região tão castigada. Senhor Cláudio Santos demonstrou que para ser sucedido na vida, precisa apenas de esforço e não é a sua terra que mostrará que terá capacidade para assumir desafios, mais sim a conduta ética e principalmente seu esforço pessoal para abranger conhecimento o suficiente para fazer realizações de sucessos. Parabéns, e que continue por “essas bandas da capitár” mostrando que Jardim tem pessoas com capacidade e expanda sementes de sucesso e competência.

    39435
    Prof. Pasquale
    30/08/2008 às 15:01

    Já vai tarde. Uma pessoa que se tornou juiz sem nenhum mérito pessoal, apenas por indicação política, jamais poderia presidir uma eleição em que a sua madrinha (leia-se dona Vilma) estava concorrendo.

    39620

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