
No Rio Grande do Norte, foram realizados eventos de sensibilização para atores ligados à cadeia dos queijos artesanais da região do Seridó. Um deles foi o Seminário de IG, organizado pela Superintendência Federal de Agricultura do RN, com apoio do Sebrae, Emater, Adese e RN Sustentável, em abril deste ano. Participaram cerca de 50 pessoas, entre pequenos e médios produtores de queijo, sindicalistas, representantes de federações, gestores municipais e estaduais e técnicos com atuação municipal e regional.
Os participantes puderam conhecer mais sobre a Indicação Geográfica e os técnicos identificaram a demanda por ações para a legislação estadual e por estudos sobre o processo tecnológico de produção do queijo tipo manteiga, a fim de garantir a inocuidade do produto ofertado à população.
O registro é atribuído a produtos ou serviços característicos de um determinado local de origem. São produtos que apresentam qualidade única em função de recursos naturais como solo, vegetação, clima e recursos humanos, como o conhecimento para produzi-lo. O registro é concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial. O Ministério da Agricultura é uma das instituições de fomento das atividades e ações para Indicação Geográfica.
Tribuna do Norte


